sexta-feira, 31 de julho de 2009
MORTE SÚBITA
Passamos uma vida vivendo pro outro, só pro outro. E um dia quando vamos ver, estamos mortos pra pessoa mais importante, nós.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
VÁCUO
- Se cuida... (Tamires dizia aquelas palavras em bom tom, mas na verdade queria implorar de joelhe se preciso fosse pra que Fernando seu amor de infância ficasse e construíssem uma família. Esse sendo o sonho e uma promessa feita em baixo do juazeiro perto da cancela fincado pelos os dois).
- Você também! (Fernando responde, depois partiu com uma bolsa nas costas sem saber do real sentimento de Tamires para com ele. Imaginava que ela já tinha esquecido da promessa, pensava que ela já havia esquecido dele. Ele pensava que ela era apaixonada por Pedro Henrique, um jovem que sempre vinha da grande cidade passar suas férias na pequena cidade e vivia flertando com Tamires o que deixava Fernando se mordendo de ciúmes)
- Até um dia...Meu amor!
- Até um dia...Meu amor! (ambos disseram baixinho só pra si e desde então nunca mais se viram. Seus paradeiros? Bem, o que se sabe é que os dois ainda hoje guardam um pouquinho um do outro)
- Você também! (Fernando responde, depois partiu com uma bolsa nas costas sem saber do real sentimento de Tamires para com ele. Imaginava que ela já tinha esquecido da promessa, pensava que ela já havia esquecido dele. Ele pensava que ela era apaixonada por Pedro Henrique, um jovem que sempre vinha da grande cidade passar suas férias na pequena cidade e vivia flertando com Tamires o que deixava Fernando se mordendo de ciúmes)
- Até um dia...Meu amor!
- Até um dia...Meu amor! (ambos disseram baixinho só pra si e desde então nunca mais se viram. Seus paradeiros? Bem, o que se sabe é que os dois ainda hoje guardam um pouquinho um do outro)
COMEÇOU A NOVELA
Casualidade no cotidiano?
Não existe, mentira de que diz, falta do que fazer. Inventário, isso sim! Mula sem cabeça, lobisomem, papai Noel. Folclore brasileiro.
Tudo já é escrito detalhadamente muito antes da cena do cenário e do ator.
Não pense que existe espaço pra improviso que não há, tudo está salvo no roteiro. E ninguém tem acesso a ele, e os que já tiveram esse contato já saíram de cena ou viram diretores ou expectadores.
Não existe, mentira de que diz, falta do que fazer. Inventário, isso sim! Mula sem cabeça, lobisomem, papai Noel. Folclore brasileiro.
Tudo já é escrito detalhadamente muito antes da cena do cenário e do ator.
Não pense que existe espaço pra improviso que não há, tudo está salvo no roteiro. E ninguém tem acesso a ele, e os que já tiveram esse contato já saíram de cena ou viram diretores ou expectadores.
terça-feira, 28 de julho de 2009
SEGUROS
Não idealizo grandes sonhos. Eu.
Pouco risonho.
Eu.
Afronto esbarro nos outros e não os sinto.
Não atinjo planos.
Meus pés não se elevam a tal altura.
Então prefiro fincar-me ao chão. É mais seguro.
Pouco risonho.
Eu.
Afronto esbarro nos outros e não os sinto.
Não atinjo planos.
Meus pés não se elevam a tal altura.
Então prefiro fincar-me ao chão. É mais seguro.
AO CERTO
A fumaça era do cigarro. Assim como as conversas não tinham donos e nem mesmo direção. Com isso todos eram culpados, ou ao menos se sentiam. Agora, a melodia vinha dos dedos, dos toques de contra as cordas do violão.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
MANCHETE DE HOJE
Das mortes consolidadas sem ressurreição escrita nas calçadas e nos jornais. Vejo que a vida é a mais frágil de todas.
CÉUS E JANELAS
Janela embaçada do frio, amargo a santidade de algumas horas sem beber nada, desvio do céu.
Garganta aranhada boca seca, telhado molhado.
Me encosto nela (janela embaçada pelo frio)meu ponto de apoio por está fraco, por frio sentir e não por conta da sonolência dada por falta de descanso.
Passo à admirar aqueles que são dotados com a graça do sono, os deuses foram bons com ele, e lembro que um dia fui Janela embaçada do frio, amargo a santidade de algumas horas sem beber nada, desvio do céu.
Garganta aranhada boca seca, telhado molhado. Me encosto nela (janela embaçada pelo frio)meu ponto de apoio por está fraco, por frio sentir e não por conta da sonolência dada por falta de descanso.
Passo à admirar aqueles que são dotados com a graça do sono, os deuses foram bons com ele, e lembro que um dia fui assim.
Garganta aranhada boca seca, telhado molhado.
Me encosto nela (janela embaçada pelo frio)meu ponto de apoio por está fraco, por frio sentir e não por conta da sonolência dada por falta de descanso.
Passo à admirar aqueles que são dotados com a graça do sono, os deuses foram bons com ele, e lembro que um dia fui Janela embaçada do frio, amargo a santidade de algumas horas sem beber nada, desvio do céu.
Garganta aranhada boca seca, telhado molhado. Me encosto nela (janela embaçada pelo frio)meu ponto de apoio por está fraco, por frio sentir e não por conta da sonolência dada por falta de descanso.
Passo à admirar aqueles que são dotados com a graça do sono, os deuses foram bons com ele, e lembro que um dia fui assim.
terça-feira, 7 de julho de 2009
FUNDAMENTO
Duas coisas são fundamentais na vida de todo ser – humano.
O primeiro e o último passo dado em vida.
O primeiro e o último passo dado em vida.
FAVORES
Um outro dia e meus favores vão embora junto com o lixo, carregado por garis em exercício. Não é desculpa, apena mais um argumento. E os agradecimentos são acobertados por plástico, apagado pelo o escuro da noite, mortos, a queima rouba por uma carteira recheada de dinheiro.
BASTA (suficiente)
Basta você me olhar
que tremo todo.
Basta um sorriso seu
e minha noite logo vira dia.
Basta um carinho seu
e meu estresse vai embora.
Basta um simples "oi" seu
e a tristeza vai embora.
Basta você me dar um único beijo
e pronto, me torno o homem mais feliz do mundo. Se não, um deles.
que tremo todo.
Basta um sorriso seu
e minha noite logo vira dia.
Basta um carinho seu
e meu estresse vai embora.
Basta um simples "oi" seu
e a tristeza vai embora.
Basta você me dar um único beijo
e pronto, me torno o homem mais feliz do mundo. Se não, um deles.
DOAÇÃO DE ÓRGÃO
Aos doados, a ressurreição, uma nova chance de reviver.
Sacristão, filho de Deus, agora cuide da vida. Ela é só uma, essa é sua última chance.
Sacristão, filho de Deus, agora cuide da vida. Ela é só uma, essa é sua última chance.
DE VOLTAR
Quero voltar a sorrir. Sorrir é o que mais quero nesse momento, sorrir é o que preciso.
Quero voltar a sorrir. Não com antes, ao lado, por trás escondido, um sorriso comido. Quero voltar a sorrir junto com o agora cara a cara de frente dente a dente boca escancarada polindo a alma.
Quero voltar a sorrir. Reaprender pra nunca esquecer.
Quero voltar a sorrir. Não com antes, ao lado, por trás escondido, um sorriso comido. Quero voltar a sorrir junto com o agora cara a cara de frente dente a dente boca escancarada polindo a alma.
Quero voltar a sorrir. Reaprender pra nunca esquecer.