A dor do abandonar é de calar qualquer voz
Assombrar qualquer grande guerreiro
Derrubar o mais alto dos muros.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
DESSAS NOITES
Em uma noite dessas me saio me perco me escondo te vejo
Em uma noite dessas viro noite viro lua e te encontro.
Em uma noite dessas viro noite viro lua e te encontro.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O PASSAGEIRO
Agora quem parte sou eu, é chegado minha vez, já ví muitos partirem e sei como é ruim ficar enquanto o outro se vai.
Agora sou o passageiro.
Não quero fraqueza, tristeza, lamentações. Enquanto estava aqui nunca me mostrei fraco, quero ver a beleza no rosto de cada um exposta atravez de um sorriso seja ele singelo ou estrapolado, gargalha também pode.
Vale lembrar, é lembrar das coisas boas que juntos fizemos e das ruim tamém, as lembranças é um saco enorme com bastante espaço onde guardamos de tudo, desde as pequenas coisas até as grandes.
Só não vale chorar, se chorar vai borrar os esbolsos de alegria que a vida nos deu e quem sabe assim pode perdê-los.
...
Agora sou o passageiro.
Não quero fraqueza, tristeza, lamentações. Enquanto estava aqui nunca me mostrei fraco, quero ver a beleza no rosto de cada um exposta atravez de um sorriso seja ele singelo ou estrapolado, gargalha também pode.
Vale lembrar, é lembrar das coisas boas que juntos fizemos e das ruim tamém, as lembranças é um saco enorme com bastante espaço onde guardamos de tudo, desde as pequenas coisas até as grandes.
Só não vale chorar, se chorar vai borrar os esbolsos de alegria que a vida nos deu e quem sabe assim pode perdê-los.
...
REIVENTADOR
Reiventar
Parece fácil como rimar
As coisas são facéis quando paracem ser.
Nós que somos complicados.
Não se engane,somos bons, conseguimos reiventar que é muito mais fácil do que criar.
Parece fácil como rimar
As coisas são facéis quando paracem ser.
Nós que somos complicados.
Não se engane,somos bons, conseguimos reiventar que é muito mais fácil do que criar.
FRAÇÃO
Os caminhos ganhando outras direções
O silêncio vencendo a razão
O medo se propagando na multidão.
Que razão?
Qual direção?
O que aconteceu ou o que está acontecendo?
É a realidade que está nascendo
Pobre de fome morrendo
Rico de sede se afogando
O desgelo
O preconceito
Não aceito
Esse é o meu direito e de todos nós eu ainda tenho esse direito.
Insegurança
Aconteça o que acontecer, a resposta virá sempre em forma de vingança, nada se alcança.
Importância, alguém dê a essa criança sem rosto identidade um caderno para que possa sonhar e se dizer feliz: Sou o futuro do meu País.
É uma só bagunça. Eu não sei nadar se essa embarcação chegar afundar.
Falta de respeito.
E que cubram a cara aqueles que por essas e tentas outras coisas sentem vergonha.
Não parece mas é isso que está acontecendo, falta de vergonha.
E ninguém está percebendo, viram a cara e continuam bebendo.
O silêncio vencendo a razão
O medo se propagando na multidão.
Que razão?
Qual direção?
O que aconteceu ou o que está acontecendo?
É a realidade que está nascendo
Pobre de fome morrendo
Rico de sede se afogando
O desgelo
O preconceito
Não aceito
Esse é o meu direito e de todos nós eu ainda tenho esse direito.
Insegurança
Aconteça o que acontecer, a resposta virá sempre em forma de vingança, nada se alcança.
Importância, alguém dê a essa criança sem rosto identidade um caderno para que possa sonhar e se dizer feliz: Sou o futuro do meu País.
É uma só bagunça. Eu não sei nadar se essa embarcação chegar afundar.
Falta de respeito.
E que cubram a cara aqueles que por essas e tentas outras coisas sentem vergonha.
Não parece mas é isso que está acontecendo, falta de vergonha.
E ninguém está percebendo, viram a cara e continuam bebendo.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
SEGUIR ANTES QUE PARTA
Pra onde ir se não há mais distância nem muros de ventânia no caminho que os pés tocam?
O melhor é ficar aqui, e esperar a chuva passar.
O melhor é ficar aqui, e esperar a chuva passar.
A SUA MINHA POESIA
Poesias, minhas,
Admito, não são mais minhas
Agora e desde então são suas
Pra sua interina vontade
Faça-se delas o que queira
Aprenda, leia estude-as
Cresça, ou ao menos finja
Não cite-a esconda
Em sussuros aprecie
Apreciará
E quem sabe nos mais tardar dos velhos dias
Me devolverá, em surtos beijos ou quem sabe em forma de papel mesmo.
A sua minha poesia.
Admito, não são mais minhas
Agora e desde então são suas
Pra sua interina vontade
Faça-se delas o que queira
Aprenda, leia estude-as
Cresça, ou ao menos finja
Não cite-a esconda
Em sussuros aprecie
Apreciará
E quem sabe nos mais tardar dos velhos dias
Me devolverá, em surtos beijos ou quem sabe em forma de papel mesmo.
A sua minha poesia.
ENFILEIRADOS
Sonhos enfileirados,
Na fila de espera
Espera
Espera
Espera.
Vira projeto
Detesto essa parte
Deixa de ser
Não acontece
Deixa de fazer / acontecer
Entristece
Amolece
envelhece, até...Morrer.
Sonhos enfileirados,
São tão desarrumado
Sujos
Engiados
Grudentos
Fracassados.
Sonhos enfileirados,
Essa filha não se acaba
Só aumenta.
Na fila de espera
Espera
Espera
Espera.
Vira projeto
Detesto essa parte
Deixa de ser
Não acontece
Deixa de fazer / acontecer
Entristece
Amolece
envelhece, até...Morrer.
Sonhos enfileirados,
São tão desarrumado
Sujos
Engiados
Grudentos
Fracassados.
Sonhos enfileirados,
Essa filha não se acaba
Só aumenta.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
A FILHA DO PATRÃO
Chapéu tirado joelhos curvados para cortejar uma linda donzela fina perfumada mais que as rosas do campo e de pele limpa clara com neve nunca tocada pelo o sol.
Recolhe o chapéu até a cabeça em sina de cavalheirismo e lhe dar um bom dia curioso, querendo saber o nome da linda donzela que se apresenta naquele cenário tão inadequado para aquele traje de realeza.
Uma linda donzela dessas que não se vê sempre por essas terras, olhar atrevido e ao mesmo tempo esquisito, olhar que não se entende, não se pega não se esconde não se olha, complicado até de explicar.
O sopro levado sopra e arranca uma pétala de uma rosa que estava no vestido da donzela pro outro lado da cerca perto do riacho fundo.
O gado pastando caminha lento, rápido passa aquele momento sem muita demora ou apresentação deixando poucas chances de vingar alguma coisa entre essas duas pessoas.
Mais tarde no descanso do alpendre, botas jogadas para um lado chapéu pra outro, o vaqueiro fica sabendo que aquela linda donzela é filha do patrão, lhe vem logo no rosto um sorriso com misto de surpresa e apreensão, talvez realmente ele quisesse saber, talvez não / talvez a resposta buscada fosse o sim vindo da boca dela e também do patrão. As coisas até então que ele ali tinha construído, pode se acabar por conta do sentimento que nasceu quando ele viu aquela donzela filha do patrão.
O patrão é gente boa, confiável e amigo, mas sabe que se mexer a filha do patrão vai ter castigo correndo risco até de morte.
Esse amor pretendido é coisa rara de acontecer e ele sabe disso, não quer ariscar já pensando nisso, pode ela não corresponder e ficar tudo assim perdido, ele sem teto nem casa e sem ter o que comer. Retira o sue cavalo da chuva pra não se molhar, amanhã muito cedo vai com desgosto trabalhar, carregando consigo uma dor nunca sentida mexendo forte na barriga dando murros no coração.
Os anos se passam 12 são eles rápidos como o vento, a donzela hoje casada diz que vai se mudar vai embora pra longe daquele lugar, o vaqueiro muito doente de tristeza cai do cavalo já desacordado, orgulhoso como seu falecido pai não se entrega tenta mais não consegue se alevantar, é levado para uma cama agonizando coitado, mandam chamar um doutor pra dar o diagnóstico, o doutor depois de lhe examinar diz que não tem jeito a morte está bem próxima pra ele não tem mais cura, seus companheiros rezam uma oração e choram ao ver aquele vaqueiro o melhor de todos naquela situação, o patrão pega em sua mão e lhe banha de elogios dizendo aos vaqueiros considerava um irmão por muitos anos trabalhar ao seu lado vai sentir sua falta e vai sempre lembrar daquele vaqueiro alado, e diz mais queria que sua filha casasse com ele e não com outro sujeito qualquer, logo em seguida vem a linda donzela com lagrimas lhe enchendo a mão, o vaqueiro em seu último esforço enfia a mão no bolso e quando abre a mão traz aquela mesma pétala que caiu do vestido da linda donzela no riacho fundo a 12 anos atrás. Não foi dita as últimas palavras nem foi tocado músicas nem nada, fico apenas o silêncio e a imagem da linda donzela chorando com a pétala na mão guarda até hoje por aquele rapaz.
Recolhe o chapéu até a cabeça em sina de cavalheirismo e lhe dar um bom dia curioso, querendo saber o nome da linda donzela que se apresenta naquele cenário tão inadequado para aquele traje de realeza.
Uma linda donzela dessas que não se vê sempre por essas terras, olhar atrevido e ao mesmo tempo esquisito, olhar que não se entende, não se pega não se esconde não se olha, complicado até de explicar.
O sopro levado sopra e arranca uma pétala de uma rosa que estava no vestido da donzela pro outro lado da cerca perto do riacho fundo.
O gado pastando caminha lento, rápido passa aquele momento sem muita demora ou apresentação deixando poucas chances de vingar alguma coisa entre essas duas pessoas.
Mais tarde no descanso do alpendre, botas jogadas para um lado chapéu pra outro, o vaqueiro fica sabendo que aquela linda donzela é filha do patrão, lhe vem logo no rosto um sorriso com misto de surpresa e apreensão, talvez realmente ele quisesse saber, talvez não / talvez a resposta buscada fosse o sim vindo da boca dela e também do patrão. As coisas até então que ele ali tinha construído, pode se acabar por conta do sentimento que nasceu quando ele viu aquela donzela filha do patrão.
O patrão é gente boa, confiável e amigo, mas sabe que se mexer a filha do patrão vai ter castigo correndo risco até de morte.
Esse amor pretendido é coisa rara de acontecer e ele sabe disso, não quer ariscar já pensando nisso, pode ela não corresponder e ficar tudo assim perdido, ele sem teto nem casa e sem ter o que comer. Retira o sue cavalo da chuva pra não se molhar, amanhã muito cedo vai com desgosto trabalhar, carregando consigo uma dor nunca sentida mexendo forte na barriga dando murros no coração.
Os anos se passam 12 são eles rápidos como o vento, a donzela hoje casada diz que vai se mudar vai embora pra longe daquele lugar, o vaqueiro muito doente de tristeza cai do cavalo já desacordado, orgulhoso como seu falecido pai não se entrega tenta mais não consegue se alevantar, é levado para uma cama agonizando coitado, mandam chamar um doutor pra dar o diagnóstico, o doutor depois de lhe examinar diz que não tem jeito a morte está bem próxima pra ele não tem mais cura, seus companheiros rezam uma oração e choram ao ver aquele vaqueiro o melhor de todos naquela situação, o patrão pega em sua mão e lhe banha de elogios dizendo aos vaqueiros considerava um irmão por muitos anos trabalhar ao seu lado vai sentir sua falta e vai sempre lembrar daquele vaqueiro alado, e diz mais queria que sua filha casasse com ele e não com outro sujeito qualquer, logo em seguida vem a linda donzela com lagrimas lhe enchendo a mão, o vaqueiro em seu último esforço enfia a mão no bolso e quando abre a mão traz aquela mesma pétala que caiu do vestido da linda donzela no riacho fundo a 12 anos atrás. Não foi dita as últimas palavras nem foi tocado músicas nem nada, fico apenas o silêncio e a imagem da linda donzela chorando com a pétala na mão guarda até hoje por aquele rapaz.
HÁ DE HAVER
Caminho errado não existe se este caminho te leva a qualquer destino mesmo que seja o não traçado.
ELEIÇÃO NO CÉU
O mandato de Deus como ser supremo está acabando, as eleições se aproximando, lá existe reeleição? Quem será o novo candidato?
Só sei que vou votar.
Só sei que vou votar.
ENQUANTO VERDADE
O amor verdadeiro acontece em cima da verdade do lado da razão bem distante da mentira. Se não seguir esses requisitos, então não é amor.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
HIPÓTESE
E talvez essa fosse a sua vez de pedir perdão.
Isso nunca vamos sbaer já que tudo ficou nessa única hipótese.
Isso nunca vamos sbaer já que tudo ficou nessa única hipótese.
MAIS NUNCA
Um dia, foi descrito como distante, era, não mais.
Levado, ficou, lá pra trás, de tão distante que virou até nunca mais.
Levado, ficou, lá pra trás, de tão distante que virou até nunca mais.
PALPITE
O destino que siga o seu significado, sua vida, se é que tem uma, e deixe de dar palpite na vida dos outros.
TERRAS AMADA
Terras
Atiradas.
Fincadas são pedras
Jogadas é apredejo,
E as deixos, lá no firmamento
Enfiada no chão.
Terras
Veras.
Pedras arrancadas
Solo furado
Vazando bordão.
Terras
Um pouco mais
Um pouco menos
Deste mesmo nome atendido por chão.
Atiradas.
Fincadas são pedras
Jogadas é apredejo,
E as deixos, lá no firmamento
Enfiada no chão.
Terras
Veras.
Pedras arrancadas
Solo furado
Vazando bordão.
Terras
Um pouco mais
Um pouco menos
Deste mesmo nome atendido por chão.
RELENTO
Agora que os meus versos estão calados,
posso me aquietar na rede
livrar dos livros dos pensamentos
virar bicho solto ao relento.
posso me aquietar na rede
livrar dos livros dos pensamentos
virar bicho solto ao relento.
ROMANCE
Tarde, não é já tão mais assim todas as vezes que sois acolhidos calorosamente com uma xicará de café por trás de um afeto até então não costumeiro e nem compreendido. Acolhe as mãos as minhas, como uma mãe acolhe em seu colo um filho. Se recolhe nas vezes que falo no prometido.
Não sou teu filho, nem quero ser, quero sim ter o teu amor mas de outra forma por outro ângulo não percebes?
Deve ser o efeito da noite que já vem chegando, o escuro o calar dos pássaros.
Deve ser.
Não há outra razão pra isso.
Talvez já seja tarde pra se avançar por esse radiante horizonte nunca visto por seus olhos, tão notável que até um cego por sua fraqueza mais com tato aguçados poderia sentir. O mundo vai muito mais além da noite e do dia. Existe um além mundo e esse que eu quero te mostrar. Ou eu sou tarde demais pra se tornar dia? Ou será que sou um verão a mais pra ser primevera?
Não sou teu filho, nem quero ser, quero sim ter o teu amor mas de outra forma por outro ângulo não percebes?
Deve ser o efeito da noite que já vem chegando, o escuro o calar dos pássaros.
Deve ser.
Não há outra razão pra isso.
Talvez já seja tarde pra se avançar por esse radiante horizonte nunca visto por seus olhos, tão notável que até um cego por sua fraqueza mais com tato aguçados poderia sentir. O mundo vai muito mais além da noite e do dia. Existe um além mundo e esse que eu quero te mostrar. Ou eu sou tarde demais pra se tornar dia? Ou será que sou um verão a mais pra ser primevera?
PASSARELA
A passarela passa, fica, vai volta e torna a ficar.
A passarela é passada até se perder e no mesmo instante no mesmo lugar se achar.
A passarela não é, ela está.
Até a passarela passa só ela que não vai passar.
A passarela é passada até se perder e no mesmo instante no mesmo lugar se achar.
A passarela não é, ela está.
Até a passarela passa só ela que não vai passar.
GOTAS DE APLAUSOS
Deixo o perdão ser aprisão a se pagar como castigo,
Haja visto e ouvido a sua versão um pouco mirabolante, com um roteiro e texto ensaiado, diria até que muito bem, as expressões copiadas das tele novelas, os movimentos com as mãos o seu jeito de se dizer angustiada. Tudo é muito teatral, perfeito.
E eu, sendo o seu único público nesse teatro meio que romano, fico de pé e te dou gotas de aplausos.
Haja visto e ouvido a sua versão um pouco mirabolante, com um roteiro e texto ensaiado, diria até que muito bem, as expressões copiadas das tele novelas, os movimentos com as mãos o seu jeito de se dizer angustiada. Tudo é muito teatral, perfeito.
E eu, sendo o seu único público nesse teatro meio que romano, fico de pé e te dou gotas de aplausos.
ALEGRIA DE HORA
Corre horas,
Saltos, assaltos fazem parte de suas travessuras
nas andanças igualatória, no instante aqui, lá, longe.
As horas correm,
Escorrendo ladeirase acima derramando os segundos
plantando minutos colhendo dias.
Desamarrada, divertindo, pulos.
Horas correm,
Pés batendo na bunda não espera não se cansa não para,
o fôlego nunca ofega, desde que foi inventada vive sempre correndo em um rítmo nada cadenciado.
Horas as corre,
Corre as horas inssaciavél.
Saltos, assaltos fazem parte de suas travessuras
nas andanças igualatória, no instante aqui, lá, longe.
As horas correm,
Escorrendo ladeirase acima derramando os segundos
plantando minutos colhendo dias.
Desamarrada, divertindo, pulos.
Horas correm,
Pés batendo na bunda não espera não se cansa não para,
o fôlego nunca ofega, desde que foi inventada vive sempre correndo em um rítmo nada cadenciado.
Horas as corre,
Corre as horas inssaciavél.
DESDE
Água para um copo, um copo para uma mão,
a mão para um copo, água para uma sede,
sede para água.
E assim por diante.
a mão para um copo, água para uma sede,
sede para água.
E assim por diante.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
MARÉ
E as ondas se vão, indo e voltando, voltando e indo de encontro às rochas em seu caminho sumindo no tão longo infinito.
E as ondas vêm, voltando e indo, indo e voltando se jogando aos braços da praia molhando os meus pés.
E as ondas vêm, voltando e indo, indo e voltando se jogando aos braços da praia molhando os meus pés.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
DOS ANTES
Agora é o vento que recolhe suas velas seus mastros e sem mais nem menos se atira nu ao mar, mudando a sua direção.
Já não se fazem ventos como antes.
Já não se fazem ventos como antes.
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