Se penso ainda em ser areia?
Sim, penso sim, dela virar barro,
molhar, secar, ficar duro,
virar torrão depois chão pra nunca se acabar!
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
INSULTO
... Lembranças ... Eu às não tenho,
Eu às não quero
Eu ás insulto
Elas não são dignas de mim
Eu (mim) não sou digno delas
Haja já escrito.
Com essa e todas as demais palavras.
Nisso haverá o respeito tido como desprezo
parte a parte lado a lado
e uma versão.
Eis a minha!
Eu às não quero
Eu ás insulto
Elas não são dignas de mim
Eu (mim) não sou digno delas
Haja já escrito.
Com essa e todas as demais palavras.
Nisso haverá o respeito tido como desprezo
parte a parte lado a lado
e uma versão.
Eis a minha!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
VARANDA SURDA
Não dar pra se ouvir com tanta clareza o barulho das ondas
Pouco se avista delas
Algumas maresias e só
Mas sente, dar pra sentir que lá fora ta frioo
Não é um dia comum para a época do ano
Percebe-se que os dias estão mudando.
Pouco se avista delas
Algumas maresias e só
Mas sente, dar pra sentir que lá fora ta frioo
Não é um dia comum para a época do ano
Percebe-se que os dias estão mudando.
sábado, 11 de dezembro de 2010
INDENTIFICA-SE
Queira dizer quem sou, dar - me uma forma, números, identidade.
Com tantas já dizimadas dizidas vividas percorridas nem sei quem sou, devo ter deixada no bolso calça, ou da camisa, quando fui escovar os dentes ou quando arranquei o primeiro.
Quem souber, por favor, queira me devolver, isso é se um dia tive uma.
Com tantas já dizimadas dizidas vividas percorridas nem sei quem sou, devo ter deixada no bolso calça, ou da camisa, quando fui escovar os dentes ou quando arranquei o primeiro.
Quem souber, por favor, queira me devolver, isso é se um dia tive uma.
LHE DÊEM
Minha vida, não, por favor peço, não a leve, já tenho desgraça por de mais em uma só e perder ela será o fim de tudo, do mundo (o meu) do futuro (o meu), dos planos e projetos (os meus).
A caso não vê, depois de tudo já antes consquistado por mim, o que restou foi só mente a vida, uma sobra de vida, resto, que tanto me agrada e me serve para quem sabe um recomeço ou para o fim.
A caso não vê, depois de tudo já antes consquistado por mim, o que restou foi só mente a vida, uma sobra de vida, resto, que tanto me agrada e me serve para quem sabe um recomeço ou para o fim.
AÍ ESTÁ VOCÊ
Basta, quero cantar, murmurar uma canção alegre que te te leve pra bem longe da minha mente mentirosa quando junta os pés descruza os dedos e jura que já não lembra do seu rosto, e as vezes até acredito, creio, caío no chão de cara quando escuto as coisas que trás os momentos (nossos) e você.
CONTESTAÇÃO
Para aquele (s) que já (por) alí ou já viram, tudo não passa de um passado.
Já para aquele (s) não tinham vindo / visto, tudo é novo nunca esperado pensado (o ) presente.
Já para aquele (s) não tinham vindo / visto, tudo é novo nunca esperado pensado (o ) presente.
FU - MA - ÇA
METADE DE UM MEIO
Exalto a tristeza (julgada inportuna miserável) antes (hoje não mais) cabida a - dentre - mim - dentre - vós - dentre alegria suposta.
A ela devo (deve - se) os glóriosos ricos pobres plurais e saudosos momentos desejáveis de se ser único e mentir pra parecer um ser completamente meio incompleto.
FLORAM CONTOS
... Uma vez flores...
Deixadas caída no degrau da porta de tráz ...Onde há tempos nada trás ...
Onde tempos ... Nada por ela ... Se a dentra ...
Tenho dito ... Foram por lá perdidas.
... Uma vez flores...
De um certo jardim colhidas ...
Entre papel plástico envolvido ...
Amarrada por uma fita ...
Laço laçado ...
Apertado ...
Tenho dito ... Foram por alí caídas.
... Uma vez flores...
Assombra - nós sua sombra ...
Cores apagas com um pisão ... Pagã ...
Sapato de couro fino ...
Atrito / de / contra / chão ...
Tento (u) revidar ...
Foram esmagadas ...
Sangram água ... Floram perfume ...
Haja, tenho dito, visto ... não, não viram a mão que as carregavam, de onde veio, onde foi ...
Onde ... ?
... Uma vez flores ...
Sua beleza ... Agora vira sonho ...
Sonhado ... Só ... Morrido ... Juntos com a melancólica colorida tristeza ...
... Uma vez flores ...
Mesmo morta ... Até nela ... Não perde sua beleza.
![]() |
| Imagem da internet |
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
TEU NOME
Quero ser saudade em teu nome
Quero ter ser de novo ser teu nome.
Mesmo que seja o mesmo...
Mesmo que seja pra sempre
Mas que seja o teu.
FOI O FIM
... Me deixe só mente só,
... E tentarei entender juro onde está o erro em tudo isso
... Se foi causado, inventado, mentido - criado - uma desculpa
... Levada ao fim
... Coragem / jeito encontrado / dizer não te quero mais.
... E tentarei entender juro onde está o erro em tudo isso
... Se foi causado, inventado, mentido - criado - uma desculpa
... Levada ao fim
... Coragem / jeito encontrado / dizer não te quero mais.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
AINDA QUE PENSO
Ainda sinto o seu amor, aqui, perto de mim.
Cada perfume trás á lembrança você, te vê, me ver, te busca onde quer que esteja, não vê distância, não quer saber como, quer sim você. Na mesma forma de antes, tira do meu rosto a expressão de tristeza e agônia, coloca no antes lábios fechado um mero brévio sorriso quase inperceptivo, me contento em apenas lembrar de você. Um contentar frágil ilusório que logo logo se acaba.
Cada perfume trás á lembrança você, te vê, me ver, te busca onde quer que esteja, não vê distância, não quer saber como, quer sim você. Na mesma forma de antes, tira do meu rosto a expressão de tristeza e agônia, coloca no antes lábios fechado um mero brévio sorriso quase inperceptivo, me contento em apenas lembrar de você. Um contentar frágil ilusório que logo logo se acaba.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
DESDE SUAS
Chorre... Chorre baixo... Baixinho... Em silêncio
Chorre... Agoe o seu sujo sentimento
Chorre... Às mágoas que devoram
A dor.. Causa.. O nome... Versão... Desculpa... Palavrão.
São suas, às use.
Chorre... Agoe o seu sujo sentimento
Chorre... Às mágoas que devoram
A dor.. Causa.. O nome... Versão... Desculpa... Palavrão.
São suas, às use.
domingo, 14 de novembro de 2010
COM MIGO
E essa dor
...
Que não se acaba....
E essa dor
...
Que não passa...
E essa dor
...
Que não vira ...
E essa dor que não acaba...
Comigo!
...
Que não se acaba....
E essa dor
...
Que não passa...
E essa dor
...
Que não vira ...
E essa dor que não acaba...
Comigo!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
CUSTOS
As chagas do seu coração se abrirão
novamente elas sangrarão
Você pedirá a volta, se derramará
Tocada pelo os erros fantasmas do passado.
Nada ele fará a seu favor, todos já anúnciavam,
Agora viva com essa sua ilusão perdida da realidade
Frágil sentimento ilustrado de amor, achando dor vendendo promessas.
novamente elas sangrarão
Você pedirá a volta, se derramará
Tocada pelo os erros fantasmas do passado.
Nada ele fará a seu favor, todos já anúnciavam,
Agora viva com essa sua ilusão perdida da realidade
Frágil sentimento ilustrado de amor, achando dor vendendo promessas.
THE END
Essas foram minhas palavras, agora, resta ela aceita-las ou não.
Se não, será ruim, mas terei que esquecer um alguém
que nunca foi minha mas sinto como que já tivesse vivido
uma encantadora história.
Se por bem aceita-las, darei salvas de alegria
por não ter te perdido mesmo que anos mais tarde venha a me arrepender, e será esse um arrependimento bom glorioso por ter adiado o fim.
O seu meu fim.
HUMANOS
Perdí / perco pessoas insubstituíveis
Para os outros
Para a distância
Para os erros (por eles)
Para a morte.
Perco pessoas e as tento substituír
Nunca consigui.
Para os outros
Para a distância
Para os erros (por eles)
Para a morte.
Perco pessoas e as tento substituír
Nunca consigui.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
ABRA-AS
Ao sair ...
A porta quase fechada ...
Quase aberta ...
A luz do dia lá fora entrando ...
Deixando na cama um corpo semi nu em sonhos viajando ...
En volvido por lençóis e agarrada a uma noite perfeita.
A porta se fecha por completa ... O sonho continua acontecendo, e quando o corpo nu se vestir pensará:
- Será que foi um sonho?
...
A porta quase fechada ...
Quase aberta ...
A luz do dia lá fora entrando ...
Deixando na cama um corpo semi nu em sonhos viajando ...
En volvido por lençóis e agarrada a uma noite perfeita.
A porta se fecha por completa ... O sonho continua acontecendo, e quando o corpo nu se vestir pensará:
- Será que foi um sonho?
...
VE JA SE
Tudo posso (carrego) em um olhar.
Esteja - o aberto (ao para me ver, ver-se), que seja esteja ele fechado.
E fechado dar o parecer que as coisas ganham peso.
Preferido que o vejo - consiga.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
PASSE
E diferente de tudo vivido até o ontem ou antes de ontem, o já é presente e nessa frasse não coloquial, não se torna necessária ( o ) a sua presença.
Com sua licença...Se a retire. Peço!
Com sua licença...Se a retire. Peço!
ASSIM COMEÇO
...
Ainda que tarde aconteça / seja / fosse / vá
Mato -me / morro -te / vivo - a - ti - de - ti.
Mais melhor ainda distante / duro / raria.
...
Ainda que tarde aconteça / seja / fosse / vá
Mato -me / morro -te / vivo - a - ti - de - ti.
Mais melhor ainda distante / duro / raria.
...
MEMÓRIAS
Memórias me tragam mais
Antes que elas me esqueçam.
DEDOS
São três diferentes dedos
Seu vizinho - chapelado, ora arrogante, engraçado.
Maior de todos - sorridente, rir demais, concentrado, a palhaçado, vive entre os dois dedos.
Fura bolo - Palhaço faz da vida risos, não perde tempo com as tristeza e encanta que os rodeam.
São três diferentes dedos, compondo uma mão.

JOÃO
João,
Já me vou,
Se quizer
Se quizer
Venha
Fique
Se quizer
Se quizer
Ficar...
Ficar...
Fique.
Mas eu já me vou.
Já me vou,
Se quizer
Se quizer
Venha
Fique
Se quizer
Se quizer
Ficar...
Ficar...
Fique.
Mas eu já me vou.
ÉS
Se é assim que é pra ser...Então que seja. Não da forma que esperavamos mas a vida tem dessas e outras coisas / e como uma surpresa / ele / ela acontecerá quando menos se esperar, de repente de vez, e será uma coisa boa, bastar aceitar a forma diferente e não esperada que ela / ele aparecerá acontecerá.
sábado, 30 de outubro de 2010
CARTAZ EM FILME
Filmes em reprise, fora de cartazes
cartazes no chão
chão de algum lugar
algum
lugar
lugar sem assento
assento da / sem praça
sem endereço
reprise.
cartazes no chão
chão de algum lugar
algum
lugar
lugar sem assento
assento da / sem praça
sem endereço
reprise.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
SÍLABAR
Qual é o jeito melhor
De se falar de amor
Quem souber venha aqui me contar
Porque disso eu não sou
Quem não souber falar
Nem venha por favor
Se cale fique por lá
Pois burro nessa matéria
Só basta eu
Só basta eu
E isso eu já sou.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
SILENCIE
É no silêncio (breve / longo) que se econtra (acha) as razões para tudo que as palavras não conseguem traduzir / explicar / mostrar.
UMA VEZ CADA
Errei nas horas
que mais precisava
de um único acerto...
Não era a vez do acerto,
era a vez do erro.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
PAIXÕES SÃO SEMPRE PAIXÕES
As loucas paixões são as mais insanas
Sensatas
são também as mais duravéis
acho que por não seguir uma rota
por não vê nenhum limite
ganha força pra acabar.
Não se pede pra acontecer, acontece.
Depois de pede-se pra não (nunca) acabar. Acaba-se.
Assim como todas as outras paixão.
Sensatas
são também as mais duravéis
acho que por não seguir uma rota
por não vê nenhum limite
ganha força pra acabar.
Não se pede pra acontecer, acontece.
Depois de pede-se pra não (nunca) acabar. Acaba-se.
Assim como todas as outras paixão.
FELIZ - CIDADE
Felicidade não és só desejar,
depender dos outros?
Talvez, mas não completamente.
Felicidade é uma coisa tão fácil de se escrever de se pronúnciar,
E tão complicada que morremos sem saber se fomos ou não Feliz.
depender dos outros?
Talvez, mas não completamente.
Felicidade é uma coisa tão fácil de se escrever de se pronúnciar,
E tão complicada que morremos sem saber se fomos ou não Feliz.
PERTO
Distante
No encontro das palavras não encontradas
Nas conversas não sentadas
Na proximidade relevada mas não aproximada.
Distante
Esconde-se no tempo
Finge, enrola, dar passos contrário.
Distante
Fica, perto pra um,
Longe (de) para todos.
Distante
... Engana, e faz doer a presença
faz querer ausência.
No encontro das palavras não encontradas
Nas conversas não sentadas
Na proximidade relevada mas não aproximada.
Distante
Esconde-se no tempo
Finge, enrola, dar passos contrário.
Distante
Fica, perto pra um,
Longe (de) para todos.
Distante
... Engana, e faz doer a presença
faz querer ausência.
VENHO
A tí,
Venho,
Por mais profundo que seja
Por cansativo que fosse
Por portas que tenha sido
Por mares que virão...
Venho,
Por mais profundo que seja
Por cansativo que fosse
Por portas que tenha sido
Por mares que virão...
VERAS V
O amor é uma mentira muito bem contada pelos os livros e novelas, disso tenha certeza, e que com todo gosto o agarramos pensando ser bom tanto quanto parece. Parece... Não passa de aparência, espaço entre o ilusório e nós o iludido.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
NOVELA DE DEUS
Se dependes de mim
Somente de mim...
Não haverá alegrias permanente serei realista
Mas quase sempre daremos boas rissadas das mesmas coisas
Olharemos juntos para trás e lá veremos que o passado não faz parte do presente
E que o lugar dele é lá.
Sentaremos na varanda nas tardes vázias, cruzaremos as pernas, e deixaremos que o tempo trabalhe brinque se atrapalhe. E deixaremos a preguiça tomar conta de tudo. E chá, em nossas canecas, um rádio tocando velhas canções e nós dois sendo a importância de tudo, obseravando cada detalhe de cada coisa, enquanto as coisas se vão pra seus devidos lugares. Eu apreciando você, aquele momento a vida. Você pensando em nada, cabeça no meu ombro e a calmaria trazendo paz com gosto de harmonia, e Deus lá de cima nos observando, talvez imaginando um novo roteiro para nós. E quando Deus resolver escrever, as coisas mudão de mão e tudo passa a depender dele, e nossos sonhos viram projeto / papéis/ ficam distante, esperando que um dia chegue a nossa vez de virar "Deus".
Somente de mim...
Não haverá alegrias permanente serei realista
Mas quase sempre daremos boas rissadas das mesmas coisas
Olharemos juntos para trás e lá veremos que o passado não faz parte do presente
E que o lugar dele é lá.
Sentaremos na varanda nas tardes vázias, cruzaremos as pernas, e deixaremos que o tempo trabalhe brinque se atrapalhe. E deixaremos a preguiça tomar conta de tudo. E chá, em nossas canecas, um rádio tocando velhas canções e nós dois sendo a importância de tudo, obseravando cada detalhe de cada coisa, enquanto as coisas se vão pra seus devidos lugares. Eu apreciando você, aquele momento a vida. Você pensando em nada, cabeça no meu ombro e a calmaria trazendo paz com gosto de harmonia, e Deus lá de cima nos observando, talvez imaginando um novo roteiro para nós. E quando Deus resolver escrever, as coisas mudão de mão e tudo passa a depender dele, e nossos sonhos viram projeto / papéis/ ficam distante, esperando que um dia chegue a nossa vez de virar "Deus".
domingo, 17 de outubro de 2010
MEU EU VERSO
Verso...
Sou um verso...
Com letras borradas
Rabiscado quase não dar pra se lê.
Descuidado, parece que não sirvo,
Esquecido, não viro livro, não ganho uma página.
Verso...
Sou um verso...
Triste.
Sou um verso...
Com letras borradas
Rabiscado quase não dar pra se lê.
Descuidado, parece que não sirvo,
Esquecido, não viro livro, não ganho uma página.
Verso...
Sou um verso...
Triste.
sábado, 16 de outubro de 2010
EQUAÇÃO 2ª
Sinto calor
O sangue parece voltar a pulsar nas veias
Antes nem lembrado por mim que havia sangue dentro de mim
Havia esquecido
Andava perdido por aí...
Sinto calor
Vindo do teu carinho rompendo a distância
Sinto teu pensamento me aquecendo
Sinto.
Não me sinto mais só
Meus passos são dados em direção a tí
Que mesmo ainda não ter te tocado
Ter te sentido / já me faz falta.
Brutal fatal Distância.
Se quero correr o risco de sofrer mais uma vez?
Por / com você, sim, quero.
Corro esse e outros milhões que vinherem,
Assim fiz até hoje, e hoje rindo quando o pensamento me mostra seu riso, percebo, que tudo foi necessário.
Pra se chegar até a essa equação que me levou a você.
O sangue parece voltar a pulsar nas veias
Antes nem lembrado por mim que havia sangue dentro de mim
Havia esquecido
Andava perdido por aí...
Sinto calor
Vindo do teu carinho rompendo a distância
Sinto teu pensamento me aquecendo
Sinto.
Não me sinto mais só
Meus passos são dados em direção a tí
Que mesmo ainda não ter te tocado
Ter te sentido / já me faz falta.
Brutal fatal Distância.
Se quero correr o risco de sofrer mais uma vez?
Por / com você, sim, quero.
Corro esse e outros milhões que vinherem,
Assim fiz até hoje, e hoje rindo quando o pensamento me mostra seu riso, percebo, que tudo foi necessário.
Pra se chegar até a essa equação que me levou a você.
AROMA
Sorriso ao tempo
Novidades vem junto com o amanhecer.
Diferente do ontem, esses têm o sabor do amanhã.
O que torna o café mais...
Muito mais...
Hum....
Gostosso de se provar.
Novidades vem junto com o amanhecer.
Diferente do ontem, esses têm o sabor do amanhã.
O que torna o café mais...
Muito mais...
Hum....
Gostosso de se provar.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
CEBELOS BRANCOS FIOS
Sabe dizer se é hoje que o dia vem?
Ou não se vem mais?
Longe que se foi seja
Mero momento (s) desse que se saía
Como fio de cabelo caíndo da cabeça
O fio que nunca retorna à cabeça
Assim como eles (dias momentos).
Junta-se ao lixo e se "desaba"
Nunca se esquece
se esquece.
Nasce um novo fio de cabelo na cabeça do tempo
E se segue crescendo tantos outros até que esquecemos
De tudo, e ficamos carreca com o tempo.
E a pergunta se repete:
E a pergunta se repete:
Sabe dizer se é hoje que o dia vem?
Ou não se vem mais?
(Desaba, caír, desmorronar.
Nesse caso ela se aplica a Descer,
se mandar)
MUDO ME MUDO
Mesmo que se tente não mudar-se
Acabo encontrando sem querer em mim
Migalhas alheias das vidas alheia entre tanto outras minhas vidas.
Isso é como um livro que pertence a mim, e vem alguém e risca,
colocando letras dentre as palavras já escrita, e a existência daquele caminho se modifica, às vezes fica interessante, às vezes nem fica.
SIGA-A
Caía, não tenho-a culpa
Ela esteve comigo
Mas quiz e jás partiu desde a terceita lua cheia de outubro
Por diante dos olhos que a acompanhou durante noites, se quiz,
Por trás das nuvens, junto a elas em cima delas, carrona.
Caía, já disse, não a tenho
Isso não será mais possível
Uma vez que ela anda por (em) cada lugar somente uma única vez
Dessa eu não mais pertenço.
Caía, eu ... Já a tive
Dessa que lamento ter uma (por) vez tido em mim
Licença, um banho me espera, vou lavar-me.
ES CLARE CIDO
Na busca por algo que dizemos ser certo pra nossa pessoa, achamos coisas além do horizonte, boas e ruíns, coisas que já mais imaginamos encontrar, tanto que esquecemos o objetivo da nossa caminhada e paramos alí e alí ficamos até descobrir que aquilo não era ( é) nada do que se esperava e retornamos a caminhar...
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
E SE HAJA
Desatento havia uma cabeça pensante
Descontente havia um corpo des - a-pressado
Descolorida, havia uma paissagem
Doente, haverá um perdão.
Descontente havia um corpo des - a-pressado
Descolorida, havia uma paissagem
Doente, haverá um perdão.
domingo, 3 de outubro de 2010
CRESCER PERTO
Já não alço vôos altos, a audácia e a coragem se foram há bastante tempo depois que conheci ela, um alguém, e os abandonei, com isso ganhei super poderes, tenho medo de altura, não sou mais tão eu, não saio só, sou dependente desse alguém tanto quanto de mim mesmo, não tenho mas o belo par de asas. Eu cresci só não se sabe até quando.
ENGANO ELEITOR
Amor sincero, uma vez foi ditos essas palavras politicamente enganosas, profanas, cafona. Mas há quem acredita nessas e outras coisas.
Eleitores ilusórios, fácil de enganar.
Enganados foram, enganado fui.
LÁS
Nada vai trazer a volta ou impedirá o novo rumo arruinado pós-o-deixar.
O caminho foi rasgado pelas mãos da ira cega em fúria total incapaz de ouvir os perdões pedidos de joelho, quase clemência.
O destino regressou até o passado, trancou-lhe a porta e chave jogou no fundo, profundo oceano do esquecimento, até acha – lá, levará anos, mil, até teremos morrido.
E sua cruz será mais do que o cachão.
Sua alma a carregará eternamente. O fim.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
TUA ESPERA
Angústia,
Angustando-se,
Angustiado.
Te espero, hora certa / marcada, lugar, roupa, tudo certo.
As unhas da mão esquerda quase se indo, aprimeira hora de esperar se cansou e se foi, o vento leva as folhas, as nuvens vem e se vão.
E só você não vem.
Pernas cansadas, sento-me na pedra, pássaros voando em várias direções,
O vento volta e sopra os cabelos verde do pé de juá fazendo uma melodia gostosa,
No chão desenhos promessas de amor, eu, você. Apago, crio outros vários tantos.
E você não vem.
As unhas da esquerda jás se foram agora aos poucos são as da mão direita que estão se indo,
Olho para longe, vista embaçada, vem alguém lá, serás tu?
Vem em passos apressado, parece ser você, vem vindo, chegando, perto, perto... Não é você,
É um outro alguém trazendo um recado teu.
Dessa vez, sou eu quem me vou. Só, como cheguei até aqui.
Angustando-se,
Angustiado.
Te espero, hora certa / marcada, lugar, roupa, tudo certo.
As unhas da mão esquerda quase se indo, aprimeira hora de esperar se cansou e se foi, o vento leva as folhas, as nuvens vem e se vão.
E só você não vem.
Pernas cansadas, sento-me na pedra, pássaros voando em várias direções,
O vento volta e sopra os cabelos verde do pé de juá fazendo uma melodia gostosa,
No chão desenhos promessas de amor, eu, você. Apago, crio outros vários tantos.
E você não vem.
As unhas da esquerda jás se foram agora aos poucos são as da mão direita que estão se indo,
Olho para longe, vista embaçada, vem alguém lá, serás tu?
Vem em passos apressado, parece ser você, vem vindo, chegando, perto, perto... Não é você,
É um outro alguém trazendo um recado teu.
Dessa vez, sou eu quem me vou. Só, como cheguei até aqui.
OPERANTE
Barco, eu, meu eu barco
Seu corpo, seu corpo mar imenso horizonte.
Navegante barco minuscúlo a remo em onduladas ondas
Ora perdido ora perde-se.
Ofegante não sei mais remar / não preciso
O teu oceano me move entre os nebulosos lençois
Até ancorar na tua boca.
Abandono o barco e mergulho no mar imenso sem saber nadar
Sem noção ou medo do que possa me acontecer
Enquanto em sussuros você pede / implora: "Nunca me deixe".
E eu com bom marinheiro a deixo e passo a ser aviador.
AINDA HAJA
Haja os dias escuros
Hajas as manhãs cabulosas
Haja as horas de pura infelicdade,
E que delas retirem o suco amargo do aprendizado.
Hajas as manhãs cabulosas
Haja as horas de pura infelicdade,
E que delas retirem o suco amargo do aprendizado.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
AMOR LOUCO
Louco, assim te quero para toda vida vivida serás o meu eterno bem querer nunca escondido e que todos saibam disso.
E cuido dele como se cuidasse de você.
Quando o sol se vai e a chuva vem, eu o cubro com as mãos.
Quando o sol se vai e noite vem, eu o ilumino com os meus olhos.
Quando o calor se vai e o frio vem, eu o aqueço com os meus braços.
Quando ele se for e eu não tiver mais ninguém, deixo de ser louco e mudo de mundo.
E cuido dele como se cuidasse de você.
Quando o sol se vai e a chuva vem, eu o cubro com as mãos.
Quando o sol se vai e noite vem, eu o ilumino com os meus olhos.
Quando o calor se vai e o frio vem, eu o aqueço com os meus braços.
Quando ele se for e eu não tiver mais ninguém, deixo de ser louco e mudo de mundo.
TIPÍCA NOITE PAULISTANA
A meia luz, um barzinho meio que quieto demais, um cliente inquieto toma sua cerveja depois de um dia de trabalho a sós com sues pensamentos vagos loucos percorrendo todos os lugares possíveis. Um garçom cansado, o bar quase fechando, a noite se acabando, o trânsito já parando, e pra muito a noite só está começando.










