se sendo cúmplice da mesma falsa mentira entoada como cantiga no circo a céu aberto, rua, sem dono, dono sem rua a sua cara não parece ser sua, a rua sim, parece ser sua casa.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
TI
É pra vencer a distância que faço esses versos, cafonas, sem muita riqueza, tristes por ser apenas mais um verso, mas porém alegres, por ser pobre e ter como fonte de inspiração, você.
É TEU ESSE MEU AMOR
Em fim, na largura do tempo expresso no relógio, eu te amo, na saudade fixada nos nossos pensamentos andarilhos, distante nos quilômetros e perto no arrocho da dor contraída no peito esquerdo casa do coração parada obrigatória da sua mão quando no debruço dos corpos, eu te amo. Nas letras estrelas. Casa. Amo tudo quando eu te amo. Condeno o meu nascimento quando repurgo o sentimento vivo em mim que é teu.
O MUNDO
O mundo é um tom remoído em sílabas
Cabíveis a um pentagrama
Sendo o que se quer ser
Tocando a música que se quer ouvir.
A MINHA PESSOA
E ao morrermos juntos na distância maligna hoje existente na nossa história, lhe darei o meu último poema descrito em balaios transado de ilusão navegante, amordaçada pelo belo na infinidade absurda. Tão, que menor que ela só esse amor retratado por minha pessoa.
CASE-SE
Case-se com minhas poesias agora, aceite as letras tremidas, rejeite as caídas, que elas escreverão o seu nome e com ele a sua felicidade.
sábado, 22 de maio de 2010
LONGO SILÊNCIO
O silêncio nas entranhas de suas palavras, desenha traços linear com uma perfeição absurda, magra e longas, algumas impossível de se ver e muito fácil de imaginar, outras, só mesmo ouvindo para explicá-las.
Um dos dois
Se tu partir, tudo dentro de mim se partirá, e o que restará será apenas pequenas partes do que já foi nós dois.
