Filmes em reprise, fora de cartazes
cartazes no chão
chão de algum lugar
algum
lugar
lugar sem assento
assento da / sem praça
sem endereço
reprise.
sábado, 30 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
SÍLABAR
Qual é o jeito melhor
De se falar de amor
Quem souber venha aqui me contar
Porque disso eu não sou
Quem não souber falar
Nem venha por favor
Se cale fique por lá
Pois burro nessa matéria
Só basta eu
Só basta eu
E isso eu já sou.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
SILENCIE
É no silêncio (breve / longo) que se econtra (acha) as razões para tudo que as palavras não conseguem traduzir / explicar / mostrar.
UMA VEZ CADA
Errei nas horas
que mais precisava
de um único acerto...
Não era a vez do acerto,
era a vez do erro.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
PAIXÕES SÃO SEMPRE PAIXÕES
As loucas paixões são as mais insanas
Sensatas
são também as mais duravéis
acho que por não seguir uma rota
por não vê nenhum limite
ganha força pra acabar.
Não se pede pra acontecer, acontece.
Depois de pede-se pra não (nunca) acabar. Acaba-se.
Assim como todas as outras paixão.
Sensatas
são também as mais duravéis
acho que por não seguir uma rota
por não vê nenhum limite
ganha força pra acabar.
Não se pede pra acontecer, acontece.
Depois de pede-se pra não (nunca) acabar. Acaba-se.
Assim como todas as outras paixão.
FELIZ - CIDADE
Felicidade não és só desejar,
depender dos outros?
Talvez, mas não completamente.
Felicidade é uma coisa tão fácil de se escrever de se pronúnciar,
E tão complicada que morremos sem saber se fomos ou não Feliz.
depender dos outros?
Talvez, mas não completamente.
Felicidade é uma coisa tão fácil de se escrever de se pronúnciar,
E tão complicada que morremos sem saber se fomos ou não Feliz.
PERTO
Distante
No encontro das palavras não encontradas
Nas conversas não sentadas
Na proximidade relevada mas não aproximada.
Distante
Esconde-se no tempo
Finge, enrola, dar passos contrário.
Distante
Fica, perto pra um,
Longe (de) para todos.
Distante
... Engana, e faz doer a presença
faz querer ausência.
No encontro das palavras não encontradas
Nas conversas não sentadas
Na proximidade relevada mas não aproximada.
Distante
Esconde-se no tempo
Finge, enrola, dar passos contrário.
Distante
Fica, perto pra um,
Longe (de) para todos.
Distante
... Engana, e faz doer a presença
faz querer ausência.
VENHO
A tí,
Venho,
Por mais profundo que seja
Por cansativo que fosse
Por portas que tenha sido
Por mares que virão...
Venho,
Por mais profundo que seja
Por cansativo que fosse
Por portas que tenha sido
Por mares que virão...
VERAS V
O amor é uma mentira muito bem contada pelos os livros e novelas, disso tenha certeza, e que com todo gosto o agarramos pensando ser bom tanto quanto parece. Parece... Não passa de aparência, espaço entre o ilusório e nós o iludido.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
NOVELA DE DEUS
Se dependes de mim
Somente de mim...
Não haverá alegrias permanente serei realista
Mas quase sempre daremos boas rissadas das mesmas coisas
Olharemos juntos para trás e lá veremos que o passado não faz parte do presente
E que o lugar dele é lá.
Sentaremos na varanda nas tardes vázias, cruzaremos as pernas, e deixaremos que o tempo trabalhe brinque se atrapalhe. E deixaremos a preguiça tomar conta de tudo. E chá, em nossas canecas, um rádio tocando velhas canções e nós dois sendo a importância de tudo, obseravando cada detalhe de cada coisa, enquanto as coisas se vão pra seus devidos lugares. Eu apreciando você, aquele momento a vida. Você pensando em nada, cabeça no meu ombro e a calmaria trazendo paz com gosto de harmonia, e Deus lá de cima nos observando, talvez imaginando um novo roteiro para nós. E quando Deus resolver escrever, as coisas mudão de mão e tudo passa a depender dele, e nossos sonhos viram projeto / papéis/ ficam distante, esperando que um dia chegue a nossa vez de virar "Deus".
Somente de mim...
Não haverá alegrias permanente serei realista
Mas quase sempre daremos boas rissadas das mesmas coisas
Olharemos juntos para trás e lá veremos que o passado não faz parte do presente
E que o lugar dele é lá.
Sentaremos na varanda nas tardes vázias, cruzaremos as pernas, e deixaremos que o tempo trabalhe brinque se atrapalhe. E deixaremos a preguiça tomar conta de tudo. E chá, em nossas canecas, um rádio tocando velhas canções e nós dois sendo a importância de tudo, obseravando cada detalhe de cada coisa, enquanto as coisas se vão pra seus devidos lugares. Eu apreciando você, aquele momento a vida. Você pensando em nada, cabeça no meu ombro e a calmaria trazendo paz com gosto de harmonia, e Deus lá de cima nos observando, talvez imaginando um novo roteiro para nós. E quando Deus resolver escrever, as coisas mudão de mão e tudo passa a depender dele, e nossos sonhos viram projeto / papéis/ ficam distante, esperando que um dia chegue a nossa vez de virar "Deus".
domingo, 17 de outubro de 2010
MEU EU VERSO
Verso...
Sou um verso...
Com letras borradas
Rabiscado quase não dar pra se lê.
Descuidado, parece que não sirvo,
Esquecido, não viro livro, não ganho uma página.
Verso...
Sou um verso...
Triste.
Sou um verso...
Com letras borradas
Rabiscado quase não dar pra se lê.
Descuidado, parece que não sirvo,
Esquecido, não viro livro, não ganho uma página.
Verso...
Sou um verso...
Triste.
sábado, 16 de outubro de 2010
EQUAÇÃO 2ª
Sinto calor
O sangue parece voltar a pulsar nas veias
Antes nem lembrado por mim que havia sangue dentro de mim
Havia esquecido
Andava perdido por aí...
Sinto calor
Vindo do teu carinho rompendo a distância
Sinto teu pensamento me aquecendo
Sinto.
Não me sinto mais só
Meus passos são dados em direção a tí
Que mesmo ainda não ter te tocado
Ter te sentido / já me faz falta.
Brutal fatal Distância.
Se quero correr o risco de sofrer mais uma vez?
Por / com você, sim, quero.
Corro esse e outros milhões que vinherem,
Assim fiz até hoje, e hoje rindo quando o pensamento me mostra seu riso, percebo, que tudo foi necessário.
Pra se chegar até a essa equação que me levou a você.
O sangue parece voltar a pulsar nas veias
Antes nem lembrado por mim que havia sangue dentro de mim
Havia esquecido
Andava perdido por aí...
Sinto calor
Vindo do teu carinho rompendo a distância
Sinto teu pensamento me aquecendo
Sinto.
Não me sinto mais só
Meus passos são dados em direção a tí
Que mesmo ainda não ter te tocado
Ter te sentido / já me faz falta.
Brutal fatal Distância.
Se quero correr o risco de sofrer mais uma vez?
Por / com você, sim, quero.
Corro esse e outros milhões que vinherem,
Assim fiz até hoje, e hoje rindo quando o pensamento me mostra seu riso, percebo, que tudo foi necessário.
Pra se chegar até a essa equação que me levou a você.
AROMA
Sorriso ao tempo
Novidades vem junto com o amanhecer.
Diferente do ontem, esses têm o sabor do amanhã.
O que torna o café mais...
Muito mais...
Hum....
Gostosso de se provar.
Novidades vem junto com o amanhecer.
Diferente do ontem, esses têm o sabor do amanhã.
O que torna o café mais...
Muito mais...
Hum....
Gostosso de se provar.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
CEBELOS BRANCOS FIOS
Sabe dizer se é hoje que o dia vem?
Ou não se vem mais?
Longe que se foi seja
Mero momento (s) desse que se saía
Como fio de cabelo caíndo da cabeça
O fio que nunca retorna à cabeça
Assim como eles (dias momentos).
Junta-se ao lixo e se "desaba"
Nunca se esquece
se esquece.
Nasce um novo fio de cabelo na cabeça do tempo
E se segue crescendo tantos outros até que esquecemos
De tudo, e ficamos carreca com o tempo.
E a pergunta se repete:
E a pergunta se repete:
Sabe dizer se é hoje que o dia vem?
Ou não se vem mais?
(Desaba, caír, desmorronar.
Nesse caso ela se aplica a Descer,
se mandar)
MUDO ME MUDO
Mesmo que se tente não mudar-se
Acabo encontrando sem querer em mim
Migalhas alheias das vidas alheia entre tanto outras minhas vidas.
Isso é como um livro que pertence a mim, e vem alguém e risca,
colocando letras dentre as palavras já escrita, e a existência daquele caminho se modifica, às vezes fica interessante, às vezes nem fica.
SIGA-A
Caía, não tenho-a culpa
Ela esteve comigo
Mas quiz e jás partiu desde a terceita lua cheia de outubro
Por diante dos olhos que a acompanhou durante noites, se quiz,
Por trás das nuvens, junto a elas em cima delas, carrona.
Caía, já disse, não a tenho
Isso não será mais possível
Uma vez que ela anda por (em) cada lugar somente uma única vez
Dessa eu não mais pertenço.
Caía, eu ... Já a tive
Dessa que lamento ter uma (por) vez tido em mim
Licença, um banho me espera, vou lavar-me.
ES CLARE CIDO
Na busca por algo que dizemos ser certo pra nossa pessoa, achamos coisas além do horizonte, boas e ruíns, coisas que já mais imaginamos encontrar, tanto que esquecemos o objetivo da nossa caminhada e paramos alí e alí ficamos até descobrir que aquilo não era ( é) nada do que se esperava e retornamos a caminhar...
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
E SE HAJA
Desatento havia uma cabeça pensante
Descontente havia um corpo des - a-pressado
Descolorida, havia uma paissagem
Doente, haverá um perdão.
Descontente havia um corpo des - a-pressado
Descolorida, havia uma paissagem
Doente, haverá um perdão.
domingo, 3 de outubro de 2010
CRESCER PERTO
Já não alço vôos altos, a audácia e a coragem se foram há bastante tempo depois que conheci ela, um alguém, e os abandonei, com isso ganhei super poderes, tenho medo de altura, não sou mais tão eu, não saio só, sou dependente desse alguém tanto quanto de mim mesmo, não tenho mas o belo par de asas. Eu cresci só não se sabe até quando.
ENGANO ELEITOR
Amor sincero, uma vez foi ditos essas palavras politicamente enganosas, profanas, cafona. Mas há quem acredita nessas e outras coisas.
Eleitores ilusórios, fácil de enganar.
Enganados foram, enganado fui.
LÁS
Nada vai trazer a volta ou impedirá o novo rumo arruinado pós-o-deixar.
O caminho foi rasgado pelas mãos da ira cega em fúria total incapaz de ouvir os perdões pedidos de joelho, quase clemência.
O destino regressou até o passado, trancou-lhe a porta e chave jogou no fundo, profundo oceano do esquecimento, até acha – lá, levará anos, mil, até teremos morrido.
E sua cruz será mais do que o cachão.
Sua alma a carregará eternamente. O fim.




