Se penso ainda em ser areia?
Sim, penso sim, dela virar barro,
molhar, secar, ficar duro,
virar torrão depois chão pra nunca se acabar!
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
INSULTO
... Lembranças ... Eu às não tenho,
Eu às não quero
Eu ás insulto
Elas não são dignas de mim
Eu (mim) não sou digno delas
Haja já escrito.
Com essa e todas as demais palavras.
Nisso haverá o respeito tido como desprezo
parte a parte lado a lado
e uma versão.
Eis a minha!
Eu às não quero
Eu ás insulto
Elas não são dignas de mim
Eu (mim) não sou digno delas
Haja já escrito.
Com essa e todas as demais palavras.
Nisso haverá o respeito tido como desprezo
parte a parte lado a lado
e uma versão.
Eis a minha!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
VARANDA SURDA
Não dar pra se ouvir com tanta clareza o barulho das ondas
Pouco se avista delas
Algumas maresias e só
Mas sente, dar pra sentir que lá fora ta frioo
Não é um dia comum para a época do ano
Percebe-se que os dias estão mudando.
Pouco se avista delas
Algumas maresias e só
Mas sente, dar pra sentir que lá fora ta frioo
Não é um dia comum para a época do ano
Percebe-se que os dias estão mudando.
sábado, 11 de dezembro de 2010
INDENTIFICA-SE
Queira dizer quem sou, dar - me uma forma, números, identidade.
Com tantas já dizimadas dizidas vividas percorridas nem sei quem sou, devo ter deixada no bolso calça, ou da camisa, quando fui escovar os dentes ou quando arranquei o primeiro.
Quem souber, por favor, queira me devolver, isso é se um dia tive uma.
Com tantas já dizimadas dizidas vividas percorridas nem sei quem sou, devo ter deixada no bolso calça, ou da camisa, quando fui escovar os dentes ou quando arranquei o primeiro.
Quem souber, por favor, queira me devolver, isso é se um dia tive uma.
LHE DÊEM
Minha vida, não, por favor peço, não a leve, já tenho desgraça por de mais em uma só e perder ela será o fim de tudo, do mundo (o meu) do futuro (o meu), dos planos e projetos (os meus).
A caso não vê, depois de tudo já antes consquistado por mim, o que restou foi só mente a vida, uma sobra de vida, resto, que tanto me agrada e me serve para quem sabe um recomeço ou para o fim.
A caso não vê, depois de tudo já antes consquistado por mim, o que restou foi só mente a vida, uma sobra de vida, resto, que tanto me agrada e me serve para quem sabe um recomeço ou para o fim.
AÍ ESTÁ VOCÊ
Basta, quero cantar, murmurar uma canção alegre que te te leve pra bem longe da minha mente mentirosa quando junta os pés descruza os dedos e jura que já não lembra do seu rosto, e as vezes até acredito, creio, caío no chão de cara quando escuto as coisas que trás os momentos (nossos) e você.
CONTESTAÇÃO
Para aquele (s) que já (por) alí ou já viram, tudo não passa de um passado.
Já para aquele (s) não tinham vindo / visto, tudo é novo nunca esperado pensado (o ) presente.
Já para aquele (s) não tinham vindo / visto, tudo é novo nunca esperado pensado (o ) presente.
FU - MA - ÇA
METADE DE UM MEIO
Exalto a tristeza (julgada inportuna miserável) antes (hoje não mais) cabida a - dentre - mim - dentre - vós - dentre alegria suposta.
A ela devo (deve - se) os glóriosos ricos pobres plurais e saudosos momentos desejáveis de se ser único e mentir pra parecer um ser completamente meio incompleto.
FLORAM CONTOS
... Uma vez flores...
Deixadas caída no degrau da porta de tráz ...Onde há tempos nada trás ...
Onde tempos ... Nada por ela ... Se a dentra ...
Tenho dito ... Foram por lá perdidas.
... Uma vez flores...
De um certo jardim colhidas ...
Entre papel plástico envolvido ...
Amarrada por uma fita ...
Laço laçado ...
Apertado ...
Tenho dito ... Foram por alí caídas.
... Uma vez flores...
Assombra - nós sua sombra ...
Cores apagas com um pisão ... Pagã ...
Sapato de couro fino ...
Atrito / de / contra / chão ...
Tento (u) revidar ...
Foram esmagadas ...
Sangram água ... Floram perfume ...
Haja, tenho dito, visto ... não, não viram a mão que as carregavam, de onde veio, onde foi ...
Onde ... ?
... Uma vez flores ...
Sua beleza ... Agora vira sonho ...
Sonhado ... Só ... Morrido ... Juntos com a melancólica colorida tristeza ...
... Uma vez flores ...
Mesmo morta ... Até nela ... Não perde sua beleza.
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| Imagem da internet |
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
TEU NOME
Quero ser saudade em teu nome
Quero ter ser de novo ser teu nome.
Mesmo que seja o mesmo...
Mesmo que seja pra sempre
Mas que seja o teu.
FOI O FIM
... Me deixe só mente só,
... E tentarei entender juro onde está o erro em tudo isso
... Se foi causado, inventado, mentido - criado - uma desculpa
... Levada ao fim
... Coragem / jeito encontrado / dizer não te quero mais.
... E tentarei entender juro onde está o erro em tudo isso
... Se foi causado, inventado, mentido - criado - uma desculpa
... Levada ao fim
... Coragem / jeito encontrado / dizer não te quero mais.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
AINDA QUE PENSO
Ainda sinto o seu amor, aqui, perto de mim.
Cada perfume trás á lembrança você, te vê, me ver, te busca onde quer que esteja, não vê distância, não quer saber como, quer sim você. Na mesma forma de antes, tira do meu rosto a expressão de tristeza e agônia, coloca no antes lábios fechado um mero brévio sorriso quase inperceptivo, me contento em apenas lembrar de você. Um contentar frágil ilusório que logo logo se acaba.
Cada perfume trás á lembrança você, te vê, me ver, te busca onde quer que esteja, não vê distância, não quer saber como, quer sim você. Na mesma forma de antes, tira do meu rosto a expressão de tristeza e agônia, coloca no antes lábios fechado um mero brévio sorriso quase inperceptivo, me contento em apenas lembrar de você. Um contentar frágil ilusório que logo logo se acaba.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
DESDE SUAS
Chorre... Chorre baixo... Baixinho... Em silêncio
Chorre... Agoe o seu sujo sentimento
Chorre... Às mágoas que devoram
A dor.. Causa.. O nome... Versão... Desculpa... Palavrão.
São suas, às use.
Chorre... Agoe o seu sujo sentimento
Chorre... Às mágoas que devoram
A dor.. Causa.. O nome... Versão... Desculpa... Palavrão.
São suas, às use.

