segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

EIS QUE VEM O POEMA

Peço a Deus todos os dias que eu esqueça meu nome, assim, só assim te esquecerei.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

EXISTAS AINDA AMOR

... E entre sussuros e delírios
Ouvia se baixinho 
Em poucas sílabas 
E pequenas pausas
Breves ... : Eu te amo.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

NO SUPORTE SOLIDÃO

Não deixe me
Em brada solidão vivída
Sem braço para um abraço
Sem olhos para lágrimas,
Sem você e eu.

Deixe me sim 
Viver ao teu lado 
Até que eternamente não dure,
E o sentimento se esgote.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

SUAVE PENSAMENTO SOFRIDO

Tocado pelo o som da viola. 
Agora, palpita de vez o coração sofrido... 
Mesclado pela chama de um suspiro suave...
Itinerário de um solfejo lírico da noite retocada
Em pequenos pingos luminosos, vagalumes em verdes invernos.
Fagulhas de preciosos espaços inquieto de um certo ainda fresco tempo
Ativo no breu fundo de cada alma de cada passo dado sem destino.
Não limitando ou limitado se apenas a um decifrável fim.
Ressuscitado a cada rastro hoje re visto deixado no caminho já trilhado.
Doendo se, a cada vez, por este caminho, passado.

FACE SEM ROSTO

Fiz. Em escala de cinza. 
      Em tom. Sem nota.
      Não um som. 
      Uma tela. Pintada. 
      Escreverei n´ela.
      Semblante meu, todo ele amarelo, 
      Fruto verde do vigor, mestrado dela
      Que deixa de ser a bela, e vira tela.

VOU A TÍ

Não trás por vez já como definidas ou se quer apropriadas e até mesmo melancólicas às palavras desse poemas que na verdade não tinha pretenção de virar um, era pra ser um então verso, trecho de uma ou duas linhas.
Mas queira por favor guardá lo.
Para qualquer momento,
Qualquer dia,
Qualquer hora
Para quaisquer coisa que ele venha a servir.
Mesmo sem pretenções, funções, razões, mesmo sem valor.
Ele me serve como uma boa lembrança sua.

ATO - CORTINAS

 Em Primeiro, 
       O Ato.
Maquiando a realidade de um rosto pintado pelas tintas da vida, dura e agressiva vida.
Ensinando a ser ensinado, mero número, mesmo número, que de tanto já visto / repetido perde a graça.
Criado do improvisio já desde de antes formado em vitalidade velha
Roteiro falado por cima dos aplausus, esses, ouvidos e contados aos poucos. Numerado.