domingo, 28 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
EM PLENA MORTE SEJA A VIDA
Te amarei,
Todos dias
a cada dia
de dia.
E se os dias não forem suficiente,
Te amarei,
A cada hora
toda hora
por hora.
E se as horas não forem suficiente,
Te amarei,
Os minutos
cada um minuto
nos minutos.
E se os minutos não forem suficiente,
Te amarei,
Na vida
Por toda vida.
E se a vida não forem suficiente,
Te amarei,
Na morte
Na alma.
E se a morte não for o suficiente,
Te amarei, mesmo assim.
Na durante / plena morte.
DEIXANDO DE SE DEIXAR
Me julguei poeta.
Senti dor, tive pressa.
Condenei por vezes o tempo.
Deixei as lágrimas falarem por si só.
Olhei para trás e vi que eu não tinha passado, não vi fotos em cores ou
velhas.
Não vi ninguém e não lembro de ter tido alguém.
Fui esquecido ou na
verdade talvez nunca tenha existido.
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| Foto da internet |
sexta-feira, 5 de abril de 2013
A CHUVA QUE SE-EN - CARREGUE.
Tudo que a chuva não conseguiu guarda.
(Em seu Guarda-chuva comprado na banca da esquina que por vista não era tão bom ou forte o suficiente para tudo que veio a vir).
Tudo que ela não conseguiu levar.
(Deixou aqui (ou para trás) suas malas cheias de lembranças, todas misturadas, desorganizada como sempre, às velhas entre novas, boas e ruins, às quases esquecidas e as que não se quer esquecer).
Tudo que ela não consegue ser.
(Por se ser só gotas, (Lágrimas boas) vindo dos olhos de Deus).
Eu,
Guardo.
Eu,
Levo.
Eu,
Também não consigo
Ser,

