E as pedras se vão em um absurdo silêncio do cotidiano,
com caminhar ainda tímido se despreendem do que as trancafiavam,
do que as tornavam escravos
se libertam...
Livres pra ser a forma que quizer,
para tomar o rumo que quizer.
Mas mesmo assim serão sempre pedras, livres ou não.
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