Traga-me, ó cigarro.
Pois estou habito ao desastre que a vida venha a me proporcionar.
Embriagar-me, ó copo.
Pois hoje preciso me camuflar de cotidiano e me fazer de árvore.
Matar-me, ó faca.
Pois eu como poeta sofredor, não quero mais viver, não posso continuar vivendo dessa forma carregando em um corpo duas identidades corroídas por uma dor, por uma paixão.
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