Só me resta umas rimas, dois versos e alguns goles de vinho
que havíamos comprado pra esquentar um pouco a noite fria
de julho em que tudo desordenadamente aconteceu,
tendo como cúmplice o claro da lareira.
Vinho, ironia noite.
Meio sem querer acabo lembrando que por outro lado
tu deve está provando do teu próprio veneno.
Vinho, ironia noite.
A garrafa está aqui comigo.
Ironia, o mês é julho.
Noite, está fria, ouso dizer até que muito mais do que aquela.
Veja só você.
Veja só eu.
Veja o vinho.
Saúde!
Brindo a sós de frente para o espelho nu
a conquista de ter fracassado com você.
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