domingo, 25 de abril de 2010

ALUCINADO

A noite em delírios implora teu nome, o sabor da tua carne assanhando os lençóis, desorientando o tempo.
O cheiro do teu perfume perturbando ainda mais a mente inconsolada.
Isolado na cama, permaneço alucinado.
Sem durmir, sem acordar.

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