O Jantar que não esfria na mesa,
Um só lugar
Pratos organizados limpos sobre a mesa
Janelas abertas cortinas brancas gastas nelas
Talheres nas mãos
3 ( três ) Inquietudes
A pressa que já quer ( ir ) logo
E chegar, ninguém
E nada Acontece ( o que tinha de acontecer? ) me sou perguntado.
Sobremessa, sobre a mesa de madeira
São as dúvidas ( Inportunando ) a falta do que fazer talvez
Do que falar, com quem falar.
Desprezado, abatido, vencido pela voz do silêncio.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
TEPETE DE DEUS
Amor amado, teu su-b-beijo foi (está) amarrado nos laços perdizes, sem talvez ou porém, armado não se fala em busca recompensa, solto voa preso a uma fita de cor em um balão único, balança pra lá, dança pra cá, subindo, voando, sonho de borboleta sem asas e cor única. Dona do céu, agora se confunde com o azul e o branco e entra outras tantas diversidade distante dando sons de miragem minúscula no alto e grandioso tapete de Deus. Bate a porta, Deus abre, pega-a, estoura o balão e recolhe mais uma fita, e a guarda, porque? Não sei, fico sem saber.
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| Imagem da internet |
A VELHA MANIA DE SER HUMANO
O Mundo, o tudo a vida são perfeitos, somos nós com a velha mania de grandeza que queremos que tudo se ajuste a nossas coisas condições formas. E por isso achamos defeitos e problemas em tudo.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
EXEMPLARES
Eu não seria um poeta se alegria extrapolasse por dentre e fora desse rosto. É com quase certeza que afirmo, seria um palhaço de risso fácil.
sábado, 1 de janeiro de 2011
A MORTE DE UM SONHO
Sonhos ...
São escrito a mão quando nem imaginamos crescer.
Depois ganha um novo nome, uma outra forma e vai, até que mudamos de sonho e desistimos (deixamos) de ser criança.
São escrito a mão quando nem imaginamos crescer.
Depois ganha um novo nome, uma outra forma e vai, até que mudamos de sonho e desistimos (deixamos) de ser criança.
24 HORAS
Morra as 24 horas
Re - viva - suspiros as horas
Res - pire em seguida
Gi - re
Percurso - corra
Morra às 24 horas do dia que morre pra nascer.
Crescer não! Nunca cresce.
Re - viva - suspiros as horas
Res - pire em seguida
Gi - re
Percurso - corra
Morra às 24 horas do dia que morre pra nascer.
Crescer não! Nunca cresce.
FIM DE ANO 10
São dezembros dizimados esses e como e para esse que tenho guardado por longos 365 dias as lágrimas, essas que agora banham meu rosto sem tirar dele o sorriso triste talvez o mais triste de todos, o da saudade.
O que vejo em você, são rissos, de saudade, distante, presente aqui, e distante.
Me distraí
me traí.
SEGUNDO (s)
Acabo de cair
do lado esquerdo dos porquês inflamados pelos os erros
ato repetido
sem querer acaba de se auto destruír - se. Segundo erro.
Que de tanto já são incontáveis.
do lado esquerdo dos porquês inflamados pelos os erros
ato repetido
sem querer acaba de se auto destruír - se. Segundo erro.
Que de tanto já são incontáveis.
