Amor amado, teu su-b-beijo foi (está) amarrado nos laços perdizes, sem talvez ou porém, armado não se fala em busca recompensa, solto voa preso a uma fita de cor em um balão único, balança pra lá, dança pra cá, subindo, voando, sonho de borboleta sem asas e cor única. Dona do céu, agora se confunde com o azul e o branco e entra outras tantas diversidade distante dando sons de miragem minúscula no alto e grandioso tapete de Deus. Bate a porta, Deus abre, pega-a, estoura o balão e recolhe mais uma fita, e a guarda, porque? Não sei, fico sem saber.
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