sábado, 12 de março de 2011

MENINOS CIÚMES

De quem é essa dor se não minha?!

Fincada com toda força


Rasgando a gosto e risos o peito medilcre


Da carne frágil - Alma de papel.

Deleito de vós que nunca para de cantar

Incômodos sapateios desconcertantes fúnebres

Vingativos? Vai saber!

Vingando dos seus insultos

Desejavéis aos meus meninos ciúmes.

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