sexta-feira, 30 de novembro de 2012

QUANDO OS LÁBIOS SE TOCAVAM. (UMA TRAIÇÃO A CADA TOQUE)


Teus lábios passeavam nos meus,
Teus pensamentos já estavam bem longe mesmo antes de acontecer,
Teu coração batia em outro coração,
Eu ali, me deixava levar pela a traiçoeira ilusão.
O que tornava tudo mais rude, era o fato que eu sabia onde cada órgão e sentimentos seus estava, e naquele momentos eles não trabalhavam em função do seu corpo.

ADJETIVO SUJEITO

Em uma realidade,
a sua,
Um homem.

Em suas palavras
Um poeta.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

POR SER


Eu só sei de uma única coisa, uma única certeza, gosto de está com você.
Não é porque com você eu me sinta a melhor pessoa do mundo, a mais especial.
É simplesmente porque com você posso ser e sou Eu. 

domingo, 25 de novembro de 2012

SOU INTERINA SAUDADE


Estou com saudade (s) daquelas que não se mata com beijos abraços, 
nem corpo ao corpo nem presença, daquelas que não se explica, 
daquelas que não há como matar.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O MAU QUE MAU ME QUER


No fim de tudo buscamos apenas um alguém.
Um alguém que seja nossa casa, um aconchego;
Uma tranquila e serena paz nos dias mais inquietos;
Uma saudade antes de partir, uma partida quando chegar;
Um favor na preguiça, um perdão no erro;
Uma preocupação a mais em nossas vidas;
Uma certeza rodeada pelas sombras da incerteza;
Um segundo valioso entre as horas;
 Um bem, que traga consigo o bem e também o mau, a raiva dentro de nós;
Um adeus não dado, um final não entendido.
 

IMAGEM DA INTERNET


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

ATESTADO


Um novo poema, das velhas e mesmas letras escritas nas margens tortas da vida, sobre a vida e semblante mágico de um ser que não quer e nem se ver sendo ser poeta, por poeta se ser.

MERO PAPEL


Manda por meio de um pequeno pedaço de papel o teu nome escrito por tua mão, retalhando por sua letra ele somente ele.
Por vez, peço-lhe em um tom educado de se pedir esse singelo bilhete, e guardarei por toda a eternidade dos dias em minha lembrança até que minhas promessas se acabarem, até que as lembranças sejam tocadas pelo o tempo e queimem, até que reste somente só, o papel.



DE TODOS, VINDE.


Agrada-me, e muito, os vossos erros,
Dou-lhe risadas,até então presas, 
Em múltiplos plurais, e suas vogais acentuadas,
Em troca dos vossos erros, 
Cada um deles de todos.

SERIA ATO (s)

Poeta das grandezas
Das múltiplas batalhas sem sangue no chão,
Mas nem por isso deixa de ter algo vermelho no carpete da sala
Mancha / machucados escuros em sua alma lavrada de reflexos antigos. Ora, só podia ser não estou surpreso quanto a isso, ainda mais, vindo de um poeta.
Nem cito mais o que venha a ser ou de onde venham esses tais machucados. Me nego a proclama-las de tanto já revitaliza-las, tão explicitas, e nada mais do que um triste olhar não olhado a favor do encontro.

Poeta das ilusões
Semeada em solo alheios além do seu próprio chão, lança sobre outros tantos chãos essa tal semente saída de suas estranhas entranhas sujas, nunca lavadas, por medo de se achar sem elas e se perder e nunca mais voltar ao que hoje é de costume / conhecido.

Poeta (s)
Dou-me por inteiro, ou seria doar-me? Não sei.
Vejam só, já quase confuso me vejo nessa interação arrogante, que não... Ou melhor, que já me encontro também envolvidos, em suas lutas sem propósito e muitas vezes injustas.
Chego ao ponto, que não quero mais voltar ao conhecido, quero beber, comer, mastigar vomitar o desconhecido / novo.