Poeta das grandezas
Das múltiplas batalhas sem sangue no chão,
Mas nem por isso deixa de ter algo vermelho no carpete da sala
Mancha / machucados escuros em sua alma lavrada de reflexos antigos. Ora, só podia ser não estou surpreso quanto a isso, ainda mais, vindo de um poeta.
Nem cito mais o que venha a ser ou de onde venham esses tais machucados. Me nego a proclama-las de tanto já revitaliza-las, tão explicitas, e nada mais do que um triste olhar não olhado a favor do encontro.
Poeta das ilusões
Semeada em solo alheios além do seu próprio chão, lança sobre outros tantos chãos essa tal semente saída de suas estranhas entranhas sujas, nunca lavadas, por medo de se achar sem elas e se perder e nunca mais voltar ao que hoje é de costume / conhecido.
Poeta (s)
Dou-me por inteiro, ou seria doar-me? Não sei.
Vejam só, já quase confuso me vejo nessa interação arrogante, que não... Ou melhor, que já me encontro também envolvidos, em suas lutas sem propósito e muitas vezes injustas.
Chego ao ponto, que não quero mais voltar ao conhecido, quero beber, comer, mastigar vomitar o desconhecido / novo.

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