Negros eram eles que entrelaçados aos dedos da mão desenbaraçavam qualquer pensamento sempre ou quase sempre nas manhãs seguinte de uma discussão banal. Era um roteiro, ritual que acontecia, era uma forma de se desculpar e fixar cada vez mais os laços que os uniam.
Uma mesa...
A fumaça do café...
E um pedido de desculpas que não se ouvia mas nem precisava, dava pra senti naquela atmosfera romântica que exalava suaves perfumes de carinho e promessas... Promessas essas que geralmente duravam até manhã seguinte quando tudo se repitirar ...
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