domingo, 27 de maio de 2007

CORTE, PÁSSARO, CANTO

Cantarolai ó pássaro da divindade suprema,
A corte hoje recusa suas carnes não corteja seu pescoço,
Rejeita também as suas cartas de desgosto,
A corte não é fria quanto parece, quer apenas aparecer,
Chamar a mídia pra cima dela,
redefinir toda a perversidade de antes,
Mas tu pássaro, não devias martirizar o teu canto
Eufórico, folclórico por causa desta pequena simbólica
observação casual.
Então, não se oprima, nem deprima, apenas cante pássaro,
Cante a sua glória de viver, nem que esse viver signifique
Apenas alguns minutos a mais, junto ao seu prazeroso canto.

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