Pobres nordestinos afilhados de Padim Ciço Romão, povo sofredor desde nascença, suado do trabalho sol a sol, arquiteto da experiência.
Sofrem com a cheia da seca, sofrem com a cheia da chuva, lamentam o não viver, enfrentam tudo isso com orgulho e bravura plantando em seu seco rosto resistente, um inverno de sorriso.
Mas Quanta ironia são meros humanos. Humanos acreditando no inacreditável tornando possível o impossível.
Nordestinos, como sempre, obrando milagres.
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