quarta-feira, 6 de maio de 2009

ZÉ DA SERRA (a saga)

Eita cabra valente e maxo
Esse tal Zé da serra
Meteu a faca nos fato
Bem no bucho da terra
Foi grande o arranca rabo
Mais parecia com guerra.

Zé tava muito zangado
Com a zoada vindo da festa
Ainda por cima foi ferroado
Logo no meio na testa
Chegou no salão agoniado
Mandando que parassem com a festa.

Zé da serra se danou
Empunhou a faca na mão
Ninguém se aproximou
Com medo daquele cabrão
Quem dançava logo parou
Pra ver Zé enfiando a faca no chão.

Zé da serra é cabra brabo
Revoltado metido a brigão
Enfrenta até Cabo
Policia, tenente capitão
-Até em policia eu bato
Meta a besta pra eu descer a mão.

Nunca vi Zé perder
Nem uma de suas briga
Confusão gosta de viver
Tem o dom pra arrumar intriga
O homem não teme morrer
Nem de dor nem de fadiga.

Zé é temido e respeitado
Por sua história de violência
Leva o nome de desgraçado
Mata sem dó nem penitência
Cabra que não fica calado
Some sem deixar evidência.

Nenhum comentário: