Mendigando sabores
Sou presso aos odores
Sem proza em perfeição
Sujeito - me a canção
Cantarei ...
Cantarei em dó maior ... Hum... Deixe me ver...
Ah quem diria, em tom de tristeza e meio que desapontado, não tenho uma canção arquivada agora,
Não veio a mim nenhuma inspiração explosiva daquelas que dar vontade de cantar algo alegre para agradecer a vida nem algo triste para condenar meu erros muito menos algo, só para cantar.
E acabo não cantando.
E me acabo.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
MARÉ DE DESTINO
domingo, 13 de novembro de 2011
SEGUNDO SEGUIDOS
E os segundo prosseguem passando na sua mesma velocidade.
Cada vez mais e mais se distânciando, mantendo se afastado tentando não se envolver não se comunicam, não tem lembranças, não tem motivos para viver além daquele mundo que não gira e apenas seguem em uma linha, simples e curta linha reta e assim consequentemenete evitam sofrer.
Parece que nunca irá parar, não se cansam, não há tempo pra isso.
sábado, 12 de novembro de 2011
POVO POVÃO.
E DE AMOR
O seu amor mudo é mais louvável e sobre os fins o mais confiável do que o seu outro amor, o falado. Esse que deixa meus ouvidos surdos e cega os meus dois pares de olhos.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
MALDITO
Eis os fracos pulsos de uma até então vida
tal como a quem pertencia,acabou - se, não de uma única vez, não de vez, mas, por, vezes.
Ao dormir quando não se sentia a vontade vívida para descansar os olhos,ao acordar quando o corpo se negava a despartar tamanho era o medo de por mais um dia assim como foram outros, sofrer, maldição imposta pos sí e pelo o coração.
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sábado, 29 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
DEVIDO TERMOS
Tomo me lhe em beijos brutos as palavras que pouco mais tardar exploderiam causando enormes ferimentos severamente permanentes.
Devido seu silêncio que matava todo barulho externo de mim e se trancafiava a sete chave profundamente no mais obscuro calabouço dentro de tí. E depois do beijo, disse me lhe : Eu vou embora, vou com minha mãe. Hoje, mais tarde.
E ao ouvir essas palavras nada docéis, meus olhos cegaram,
coração se calou,
meus pés congelaram, e deixei de existir desde então.
domingo, 21 de agosto de 2011
DUAS PARTES.
Decepções...
As quais acontecem quando encontramos um sujeito (alguém) parecido com nós (eu), e passamos a acreditar que essa pessoa é o grande amor da nossa vida, logo nos encantamos e nos dizemos em um curto espaço de tempo "completo", Feliz, e na convivência descobrimos falhas graves e outras nem tanto.
Alí, o outros que julgamos ser parecido comigo tigo ela eu, está mostrando falhas que há em mim em você neles, coisas que há em nós. Fica se por tempos frios de cabeça baixa olhando pro nada e pensando... Re pensando.
O que buscamos enfim e no fim de tudo são pessoas com falhas diferentes das nossas, gestos, expressões, manias, cabelos sexo (outra vez não), unhas, alergia, condutas.
Coisas, sabe?! Que complete a outra parte do que não temos, do que não somos.
As quais acontecem quando encontramos um sujeito (alguém) parecido com nós (eu), e passamos a acreditar que essa pessoa é o grande amor da nossa vida, logo nos encantamos e nos dizemos em um curto espaço de tempo "completo", Feliz, e na convivência descobrimos falhas graves e outras nem tanto.
Alí, o outros que julgamos ser parecido comigo tigo ela eu, está mostrando falhas que há em mim em você neles, coisas que há em nós. Fica se por tempos frios de cabeça baixa olhando pro nada e pensando... Re pensando.
O que buscamos enfim e no fim de tudo são pessoas com falhas diferentes das nossas, gestos, expressões, manias, cabelos sexo (outra vez não), unhas, alergia, condutas.
Coisas, sabe?! Que complete a outra parte do que não temos, do que não somos.
A MIM FUGIR
Fugindo de você
Me escondí em outros (as)
Ás vezes nas palavras
Que sempre se apagavam com as lágrimas;
Outras...
Em um rosto que a mão sucumbía;
Em um rosto que a mão sucumbía;
Tentei...
Em um sorriso que mais cedo ou mais tarde se desfazia;
Em um sorriso que mais cedo ou mais tarde se desfazia;
Quis até na morte, mas a vida não permitiu.
E percebí, não precisava ir longe para me esconder,
Achei o lugar perfeito, em mim.
Fim.
Fim.
AMAR COMO MARCELO AMOU
Sincero amor,
Aquele que nunca vivemos que vive para sempre no "Se" possíbilidade,
Aquele que quando pensamos suspiramos velhos carnavais e suspiramos primaveras vírgens.
É aquele que nos deixa arquitetando momentos inventando futuros desenhando passados possíveis,
Roubando momentos chances felicidades passivas nos dias atuais deixando o silêncio repleto de dúvidas.
E ele será para semepre um amor sincero inesquecível vívido juvenil bom gostosso cheio de sabor e perfumado perfeito, já por isso, por não ter acontecido.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
LENÇINHO
Meu lençinho de fulô
Perfumado de lágrimas contínuas
Molhadinho...
Branquinho...
Onde cabe todas as tristeza diluidas
Onde não cabe alegria
Onde não me cabe.
Perfumado de lágrimas contínuas
Molhadinho...
Branquinho...
Onde cabe todas as tristeza diluidas
Onde não cabe alegria
Onde não me cabe.
domingo, 17 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
RELVA
Em campos límpidos a relva é soprada pela a inocente leveza dos bons ventos das manhãs vírgens que por vez acaba de nascer, fruto do invejável amor entre a lua e a noite.
PRA NUNCA TE PERDER
Pra te sentir no instante em que a saudade devassa
Chega e me cala, cala o coração.
Eu te transformei em uma estrela a mais brilhante entre todas criadas por Deus
E descobertas pelos homens.
Chega e me cala, cala o coração.
Eu te transformei em uma estrela a mais brilhante entre todas criadas por Deus
E descobertas pelos homens.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
NUNCA MAIS DIGA ERREI
quinta-feira, 28 de abril de 2011
MOLHADO
Quando por orgulho decidimos não molhar com lágrimas o rosto
acabamos por fraqueza molhando o coração.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
CHAMAS
Em chamas a saudade consome a mim e meu nome e as meras lembranças cultivadas em jardins de papéis rabiscados encontrados no lixo da esquina da minha casa que nunca mais foram cadernos papéis e rabiscos. Nunca mais foram os mesmo. Agora, só agora são cinzas, não a cor mas a forma que ganharam depois que as chamas da saudade ás consumiram.
terça-feira, 26 de abril de 2011
ESSE TAL
sexta-feira, 22 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
LEGADOS
E a cada verso solto sem suspiros da sua boca traía as promesas antes assinada por meu e seu coração legados e desmanchava os sonhos noturno com lua cheia e brisa agradável atribuídos por e para nós.
E se tornava cada vez mais, mais, mais e mais distante a mão da boca, para calar a ira e trazer de volta os frágil sonhos de nuvens brancas.
domingo, 17 de abril de 2011
SABER
domingo, 27 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
TÃO AMOR
Com estas palavras não declaro todo o amor que está em mim e a tí pertence, fica um pouco, resta sobra escondido em alguma parte, que nem busco, mas acho, não, não está perdida, é o simples fato de que há muito desse amor em mim, nascido pra tí, só, e me faz sentir um estranho, com esse meu / seu amor.
quarta-feira, 16 de março de 2011
ÁGUAS DO PASSADO
Águas já são passadas pelo o passado que ficou entre o abismo das evidências e a ponte do sereno e eterno amor.
Esse que nunca se vai, não me deixa ser só e percebo que sozinho não é amor é amar.
Eis o passado
Eis a água
Eis eu, louco pra virar água e seguir enfrente.
Esse que nunca se vai, não me deixa ser só e percebo que sozinho não é amor é amar.
Eis o passado
Eis a água
Eis eu, louco pra virar água e seguir enfrente.
ETERNA
A paixão é juvenil tão eterna como as lembranças.
Pra ela não existe idade, nem tempo.
É tão viva tal como a esperança
Adormece com a dor
Desperta quando precisa.
Pra ela não existe idade, nem tempo.
É tão viva tal como a esperança
Adormece com a dor
Desperta quando precisa.
MEIO MAR
segunda-feira, 14 de março de 2011
MAPA
Trilhado está (estão) os segredos abduzido lá dentro da noite escura e barulhenta que amanhece toda vez que a dúvida chega pela porta da frente tira sua roupa delicada e deita-se atrevida na cama comigo com ele ela eles elas todos de uma só vez em um só instante ao mesmo tempo sem dar tempo pro chorro a lágrima a nova lua que ia surgir, ia. Acendo acende-se a luz do abaju tentando clarear muito mais do que o quarto. Crio se cria medo já criado. Sinto sintomas sente-se frio em volta do calor que não é forte o bastante pra aquecer esquecer o amargor tédio apontado na ponte destruída nas ruinas maqueadas como risos sorissos em rostos sem alicerces de alegria.
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sábado, 12 de março de 2011
MENINOS CIÚMES
De quem é essa dor se não minha?!
Fincada com toda força
Rasgando a gosto e risos o peito medilcre
Da carne frágil - Alma de papel.
Deleito de vós que nunca para de cantar
Incômodos sapateios desconcertantes fúnebres
Vingativos? Vai saber!
Vingando dos seus insultos
Desejavéis aos meus meninos ciúmes.
Fincada com toda força
Rasgando a gosto e risos o peito medilcre
Da carne frágil - Alma de papel.
Deleito de vós que nunca para de cantar
Incômodos sapateios desconcertantes fúnebres
Vingativos? Vai saber!
Vingando dos seus insultos
Desejavéis aos meus meninos ciúmes.
quinta-feira, 10 de março de 2011
POSTUMAS
Encontra-se vazias as mudanças
invariáveis
decadanetes
presupostas A tudo que venha a se apagar.
quarta-feira, 9 de março de 2011
NÊGA FRÔ
Nêga Frô
Ta plantada no cantinho
Cantinho esquerdo
Esquerdo do amor.
Ta plantada no cantinho
Cantinho esquerdo
Esquerdo do amor.
Crescendo sem recramar
Do sol chuva ou vento
Nêga Frô é o doce alimento
Alimento da cor.
É cheia de pudor
Frô bem vestida do campo
Frôrida despida perfumada
Pronta pra qualquer encanto.
Nêga Frô
É Frô nascida em poucos jardins
Bem cuidada vira Frô
Mau colhida dar espinhos.
Camarada dágua
Sem ela a Frô não se cria
Passa um dois ou mais dias
Depois perde sua valia.
Nêga Frô é Frô
Teime quem quizer teimar
Digo porque conheço e a tenho
Só porque sempre julguei e bem
O dito cujo o verbo amar.
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| IMAGEM DA INTERNET |
ATENÇÃO
A que fim tende a chegar as balelas dessa mais diversa / censurada conversa? Se é que elas tende a chegar a um fim; Se é que se tem um fim quando nunca se teve um começo dominante digno de ser nomeado como ínicio.
Um querendo calar / outro tentanto impedir o silêncio que ele aconteça prevaleça.
Isso que nunca deve chamar de conversa quando palavras partidárias foram ditas sim, mas os ouvidos não davam - lhes nenhuma atenção.
Um querendo calar / outro tentanto impedir o silêncio que ele aconteça prevaleça.
Isso que nunca deve chamar de conversa quando palavras partidárias foram ditas sim, mas os ouvidos não davam - lhes nenhuma atenção.
quarta-feira, 2 de março de 2011
3 NORTES
...
Em 3 notas
Parece que todas as dores de cada pessoa / de cada coração da batida pulsante (quase parando) de cada coração, veio a bater machucar no meu justo no meu, e dilacerar cada partícula que protegia de todo mau, quebrando as defesas armadas.
Ele sofre / amarguradamente / sofre.
Em 3 notas
Parece que todas as dores de cada pessoa / de cada coração da batida pulsante (quase parando) de cada coração, veio a bater machucar no meu justo no meu, e dilacerar cada partícula que protegia de todo mau, quebrando as defesas armadas.
Ele sofre / amarguradamente / sofre.
DES PERCEBIDO
Relatividade - caso ao acaso - nenhum das milhares novidades comovidas são por hora sugestivas
- Não tocadas por ser temidas
- Não julgadas por serem isanas
- Não valoriza por não tem preço.
Atrevida (s) incomoda não pela a chegada mas sim quando parte e deixa seus rastros contra - querer - seguidos - necessidade - valida - vida.
Maliciosa - cresce - acrescenta - cresce - e não se percebe - e quando venhe-se a perceber - se - foi / é / acabou - jás atrás não consegue - se chegar de tão complicado que somos.
- Não tocadas por ser temidas
- Não julgadas por serem isanas
- Não valoriza por não tem preço.
Atrevida (s) incomoda não pela a chegada mas sim quando parte e deixa seus rastros contra - querer - seguidos - necessidade - valida - vida.
Maliciosa - cresce - acrescenta - cresce - e não se percebe - e quando venhe-se a perceber - se - foi / é / acabou - jás atrás não consegue - se chegar de tão complicado que somos.
FAVOR - RECIDO
Já que posso ter as palvras cotidas nada mais do que contidas na palma da mão, possos sim reduzir ou aumentar o grau do sofrimento como quem aumente e diminui o volume de um aparelho de som.
Mas assim como o aparelho há também para essa situação as restrições que me restringe, é quando vejo que não tenho nem a metade do controle da situação.
Mas assim como o aparelho há também para essa situação as restrições que me restringe, é quando vejo que não tenho nem a metade do controle da situação.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
DEVOTO DA DOR
E quando você se for
Me deixe aqui
Pra quando voltar quizer se
Pra caso se arrependa
Eu esteja aqui a te esperar
Ouvindo - Me - desesperar
Vendo - Me - angustiar
Para que possa eu sofrer os dias as horas contadas
E sinceramente, o que mais quero é sofrer por você,
Cansei de tentar buscar lutar pela felicidade que nunca existiu.
Me deixe aqui
Pra quando voltar quizer se
Pra caso se arrependa
Eu esteja aqui a te esperar
Ouvindo - Me - desesperar
Vendo - Me - angustiar
Para que possa eu sofrer os dias as horas contadas
E sinceramente, o que mais quero é sofrer por você,
Cansei de tentar buscar lutar pela felicidade que nunca existiu.
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| Imagem da internet |
QUINTAL
Vento soprado sem esforço algum
Olhando velhas fotografias
Porta ringindo abrindo
Porta ringindo fechando
Nada pra afetar a fé
O silêncio dando tons de preguiça
E nada parece ter pressa o que faz com o dia se estique mais ainda.
Olhando velhas fotografias
Porta ringindo abrindo
Porta ringindo fechando
Nada pra afetar a fé
O silêncio dando tons de preguiça
E nada parece ter pressa o que faz com o dia se estique mais ainda.
Uma xicará de café tomada
Fumaça de um cigarro apagado
Cadeira se balançando
O tempo não passando
Duas cabeças quatro olhos espiando pro céu
Vovô amassando o chapéu
As nuvens se encaminhando se juntando
O vento soprando com frieza
Balançando as roupas estendidas no quintal
Todos entrando na casa por causa da chuva
Mãe mandando que todos durmam
E Nada da noite chegar.
Fedor de cachorro molhado
Os pingos da chuva molhando as telhas
Rádio velho na mesa da sala ligado
Cabra berrando lá longe
Lenha queimando no fogão
Casos sendo contado
E nada parece sair do lugar
Tudo continua lá como estava como esteve e como sempre vai estar.
FRÁGIL IDADE
... E em uma chance perdida se foram oportunidades, não apenas de ser feliz ou coisas rotineiras, mas sim de tudo que compõe ou é composta dos fraguimentos da vida.
A ELA
Escondidas cá estavam essas palavras
Letra a letra
Se escondendo ou se guardando
Adormecidas.
E você as acordou / despertou essas e outras tantas que vim a descobrir onde andavas que há tempo procurava.
Letra a letra
Se escondendo ou se guardando
Adormecidas.
E você as acordou / despertou essas e outras tantas que vim a descobrir onde andavas que há tempo procurava.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
VIAGENS
O passado veio visitar o presente e trouxe todas as suas malas e bagagens e também as velhas lembranças, algumas já esquecidas, descoloridas,
outras sempre lembradas, cores fortes,
outras pra esquecer.
O passado veio de vez sem avisar e pior sem convite algum, conseguiu atravessar o portão do tempo e chegar até mim.
O que parece dizer que ele vai ficar por aqui por um bom tempo.
outras sempre lembradas, cores fortes,
outras pra esquecer.
O passado veio de vez sem avisar e pior sem convite algum, conseguiu atravessar o portão do tempo e chegar até mim.
O que parece dizer que ele vai ficar por aqui por um bom tempo.
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| Imagem da internet |
SENHOR DO TEMPO
Não há mais paciência dada para com o tempo
Se a temos, ele abusa,
Se a damos ele nunca as devolve,
Se não às temos, ele nos obriga a conseguir.
Tudo se submete a ele, a seus favores.
Se a temos, ele abusa,
Se a damos ele nunca as devolve,
Se não às temos, ele nos obriga a conseguir.
Tudo se submete a ele, a seus favores.
HOJE VEM
SALVOS
Salvos estão os outros, os desconhecidos repremidos / desconhecidos, os atrevidos os submetidos, os que se atrevem os que não se atreviam.
Salvos estão os outros todos eles, menos eu, que nãome agrego a nenhum desses requisitos classe ou qualidade.
Salvos estão os outros todos eles, menos eu, que nãome agrego a nenhum desses requisitos classe ou qualidade.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
SOBREMESSA
O Jantar que não esfria na mesa,
Um só lugar
Pratos organizados limpos sobre a mesa
Janelas abertas cortinas brancas gastas nelas
Talheres nas mãos
3 ( três ) Inquietudes
A pressa que já quer ( ir ) logo
E chegar, ninguém
E nada Acontece ( o que tinha de acontecer? ) me sou perguntado.
Sobremessa, sobre a mesa de madeira
São as dúvidas ( Inportunando ) a falta do que fazer talvez
Do que falar, com quem falar.
Desprezado, abatido, vencido pela voz do silêncio.
Um só lugar
Pratos organizados limpos sobre a mesa
Janelas abertas cortinas brancas gastas nelas
Talheres nas mãos
3 ( três ) Inquietudes
A pressa que já quer ( ir ) logo
E chegar, ninguém
E nada Acontece ( o que tinha de acontecer? ) me sou perguntado.
Sobremessa, sobre a mesa de madeira
São as dúvidas ( Inportunando ) a falta do que fazer talvez
Do que falar, com quem falar.
Desprezado, abatido, vencido pela voz do silêncio.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
TEPETE DE DEUS
Amor amado, teu su-b-beijo foi (está) amarrado nos laços perdizes, sem talvez ou porém, armado não se fala em busca recompensa, solto voa preso a uma fita de cor em um balão único, balança pra lá, dança pra cá, subindo, voando, sonho de borboleta sem asas e cor única. Dona do céu, agora se confunde com o azul e o branco e entra outras tantas diversidade distante dando sons de miragem minúscula no alto e grandioso tapete de Deus. Bate a porta, Deus abre, pega-a, estoura o balão e recolhe mais uma fita, e a guarda, porque? Não sei, fico sem saber.
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A VELHA MANIA DE SER HUMANO
O Mundo, o tudo a vida são perfeitos, somos nós com a velha mania de grandeza que queremos que tudo se ajuste a nossas coisas condições formas. E por isso achamos defeitos e problemas em tudo.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
EXEMPLARES
Eu não seria um poeta se alegria extrapolasse por dentre e fora desse rosto. É com quase certeza que afirmo, seria um palhaço de risso fácil.
sábado, 1 de janeiro de 2011
A MORTE DE UM SONHO
Sonhos ...
São escrito a mão quando nem imaginamos crescer.
Depois ganha um novo nome, uma outra forma e vai, até que mudamos de sonho e desistimos (deixamos) de ser criança.
São escrito a mão quando nem imaginamos crescer.
Depois ganha um novo nome, uma outra forma e vai, até que mudamos de sonho e desistimos (deixamos) de ser criança.
24 HORAS
Morra as 24 horas
Re - viva - suspiros as horas
Res - pire em seguida
Gi - re
Percurso - corra
Morra às 24 horas do dia que morre pra nascer.
Crescer não! Nunca cresce.
Re - viva - suspiros as horas
Res - pire em seguida
Gi - re
Percurso - corra
Morra às 24 horas do dia que morre pra nascer.
Crescer não! Nunca cresce.
FIM DE ANO 10
São dezembros dizimados esses e como e para esse que tenho guardado por longos 365 dias as lágrimas, essas que agora banham meu rosto sem tirar dele o sorriso triste talvez o mais triste de todos, o da saudade.
O que vejo em você, são rissos, de saudade, distante, presente aqui, e distante.
Me distraí
me traí.
SEGUNDO (s)
Acabo de cair
do lado esquerdo dos porquês inflamados pelos os erros
ato repetido
sem querer acaba de se auto destruír - se. Segundo erro.
Que de tanto já são incontáveis.
do lado esquerdo dos porquês inflamados pelos os erros
ato repetido
sem querer acaba de se auto destruír - se. Segundo erro.
Que de tanto já são incontáveis.



















