Um poema em teu nome / fascina meu cantar deslumbrante / pássaro sem cântico não voa, nem asas tem.
Fortifica em terços cada pretexto que te trouxe até aqui / rogado por nós - a nós / por dez - ventura deste-menino.
Meu (s) olhos estão cheio de lembranças sujas / a cor da roupa que se desfilava se vestia se dês - nua, antes foste medo / ganha - se sobrenomes / sobre - a - mesa escrita em faca, talhada à parede / janela de vidro Transparente pra quem não se tem um par de olhos pra se olhar pra se esconder.
Se escreve esquecido / se lê perdido / ouve se um pedido / faze se um poema imitado / irritado fica o tum tum do coração que agora bate como mão - no porão da alma / aberta na página certa / rima não cita / rimada / pronuncia não escolhida / lida.
Desde então, vivo juntando cada letra caída do céu do teu nome.
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