Por tanto, sem muito tempo para te descrever sobre os meus últimos atos nada heroicos que vim a cometer sem nenhum tipo repúdio e estando eu acima de tudo lucido, por assim dizer, defendo me afirmando que usei me do livre arbítrio amparado nas leis que inventei para não se auto condenar, achar que foi um pecado todas as investidas diversas que fiz visando somente o mais lindo dos atos da loucura de quem buscar sua liberdade, ato esse que nada mais é do que a significância do viver. Arrependimentos? Deixe os para quando morrer e nunca mais poder atrevesse a insana loucura degustar, e nunca mais, por momento nenhum, não deixa lá escorrer por entre seus dias de glórias abusadas, eternizadas nas memórias nada fatídicas, daquelas que da vontade de vive las novamente ao lembrar.
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