quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

CONTO DO CONFORMAR SE.

Meus poemas, assim como eu, vão morrer, talvez morram de morte natural ou quem sabe morram de morte matada, talvez demorem a morrer, talvez amanhã nem existam mais. Porem, entre tantos talvez (s) e sobre posições, o importante de tudo isso, é que eles um dia, por alguns anos, existiram. 

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