Palavras inativas no passado que antecede ao ontem se refugiam por dentro das vozes roucas batidas por mulheres que em vírgulas atende por nomes. Como tinha de ser, sem surpresa nenhuma sem nenhuma pista, vestígio ou digital das vozes maliciosas da escura garganta que antecede a zoada, o ouvido, o barulho, o por que de tanta letra firmada. Com grude do tempo na roupa que agora já é tralha no corpo sem conjugação e nem pontuação do verbo azedo da língua suja, mas rica de pobreza verbal e informal. Pronto, aqui chego ao fim.
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