O tumulto cego das vozes roucas miudinho, pequenininho, alcança o azul do céu.
Hora se suicida no erudito fúnebre corpo aquecido pelo o fogo.
Hora queima a alma, hora ele é calma, hora ele desarma o meu português merreca que fica bem ali entulhado entre pontos e vírgulas, e o deixo passar cheio de armas, e ele me deixar ficar sem nenhuma arma. E fico. Fico. Não sei por quanto tempo, desapontado comigo mesmo mas fico.
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