Alma de vidro, corpo transparente mente fresca de lê bons livros, poemas, quadrinho, turma da Mônica, Xuxa nada relacionado com a vida.
Se joga fora, pra fora só se for de casa, licença pra rezar um bom poema ou uma boa oração algo que acabe com essa inquietude por não ter nada pra fazer, cadê os barulhos das buzinas dos carros? Cadê as pessoas caminhando apressadas estressadas cada qual com seus problemas?
Sinto falta da inquietude de um outro lugar.
Tudo sujo, tudo está sujo como os copos as paredes os pratos na pia ainda por lavar falta coragem e uma mão ou que alguém se levante e se fazia em alguém alguma coisa por entender, compreender.
E me repito a dizer: Sinto falta da inquietude de um outro lugar.
Refiro-me a incertezas.
Nada a mais pra se aturar, nem pra mim e nem para aquela mente quieta no canto com um lápis batendo contra a cabeça carregando pra si e consigo loucuras indeterminadas pra se contar na hora de dormir, imagens perdendo a cor, a cor perdendo a lucidez a lucidez se perdendo.
Cada um é cada um e isso não nos faz ser o valor que falam por aí.
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