Poesias, minhas,
Admito, não são mais minhas
Agora e desde então são suas
Pra sua interina vontade
Faça-se delas o que queira
Aprenda, leia estude-as
Cresça, ou ao menos finja
Não cite-a esconda
Em sussuros aprecie
Apreciará
E quem sabe nos mais tardar dos velhos dias
Me devolverá, em surtos beijos ou quem sabe em forma de papel mesmo.
A sua minha poesia.
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