Angústia,
Angustando-se,
Angustiado.
Te espero, hora certa / marcada, lugar, roupa, tudo certo.
As unhas da mão esquerda quase se indo, aprimeira hora de esperar se cansou e se foi, o vento leva as folhas, as nuvens vem e se vão.
E só você não vem.
Pernas cansadas, sento-me na pedra, pássaros voando em várias direções,
O vento volta e sopra os cabelos verde do pé de juá fazendo uma melodia gostosa,
No chão desenhos promessas de amor, eu, você. Apago, crio outros vários tantos.
E você não vem.
As unhas da esquerda jás se foram agora aos poucos são as da mão direita que estão se indo,
Olho para longe, vista embaçada, vem alguém lá, serás tu?
Vem em passos apressado, parece ser você, vem vindo, chegando, perto, perto... Não é você,
É um outro alguém trazendo um recado teu.
Dessa vez, sou eu quem me vou. Só, como cheguei até aqui.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
OPERANTE
Barco, eu, meu eu barco
Seu corpo, seu corpo mar imenso horizonte.
Navegante barco minuscúlo a remo em onduladas ondas
Ora perdido ora perde-se.
Ofegante não sei mais remar / não preciso
O teu oceano me move entre os nebulosos lençois
Até ancorar na tua boca.
Abandono o barco e mergulho no mar imenso sem saber nadar
Sem noção ou medo do que possa me acontecer
Enquanto em sussuros você pede / implora: "Nunca me deixe".
E eu com bom marinheiro a deixo e passo a ser aviador.
AINDA HAJA
Haja os dias escuros
Hajas as manhãs cabulosas
Haja as horas de pura infelicdade,
E que delas retirem o suco amargo do aprendizado.
Hajas as manhãs cabulosas
Haja as horas de pura infelicdade,
E que delas retirem o suco amargo do aprendizado.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
AMOR LOUCO
Louco, assim te quero para toda vida vivida serás o meu eterno bem querer nunca escondido e que todos saibam disso.
E cuido dele como se cuidasse de você.
Quando o sol se vai e a chuva vem, eu o cubro com as mãos.
Quando o sol se vai e noite vem, eu o ilumino com os meus olhos.
Quando o calor se vai e o frio vem, eu o aqueço com os meus braços.
Quando ele se for e eu não tiver mais ninguém, deixo de ser louco e mudo de mundo.
E cuido dele como se cuidasse de você.
Quando o sol se vai e a chuva vem, eu o cubro com as mãos.
Quando o sol se vai e noite vem, eu o ilumino com os meus olhos.
Quando o calor se vai e o frio vem, eu o aqueço com os meus braços.
Quando ele se for e eu não tiver mais ninguém, deixo de ser louco e mudo de mundo.
TIPÍCA NOITE PAULISTANA
A meia luz, um barzinho meio que quieto demais, um cliente inquieto toma sua cerveja depois de um dia de trabalho a sós com sues pensamentos vagos loucos percorrendo todos os lugares possíveis. Um garçom cansado, o bar quase fechando, a noite se acabando, o trânsito já parando, e pra muito a noite só está começando.
SURTO II
Sóbrio do ruído perfurante da saudade alargadora de uma dor capaz de se gostar, de se partir sem se permitir e mesmo contra a sua vontade chamar teu nome e sentir amor.
Algo sul real jamais sentido. Sentir-se ninguém a procura da sua volta ao ponto de escrever todos os dias as mesmas coisas mesmo sabendo que nunca terá respostas. Ser sufocado pelas palavras a falta do diálogo o surto do toque arrepiando o seu corpo ao invés das paredes ferindo sangrando os olhos secados brigados desde a sua partida e desde então não nunca mais brilharam, mentem-se acordados para todo o sempre até que o sempre acabe com sua chegada ou com a morte deles.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
A MENINA DOS OLHOS AZUIS
Não lembro do seu nome, da cor do seu cabelo o tom da pele, tudo foi tão rápido qme dei conta desses detalhes, antes de tudo os meus olhos casaram de vez com seus belos par de olhos azuis que dispensava os detalhes e recusava apresentações. Sucumbia o brilho da lua e invejava as estrelas.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
POEMAS NASCEM
São essas músicas que trazem até mim a trsiteza contemporânea, levão alegria, calam o riso, e tranca as palavras na mente onde de lá só saíem através das mãos. E assim nasce um poema.
ADEUS NÃO DADO
Tantas outras coisas ainda não ditas ficaram para trás.
E nunca mais, eu te ví.
domingo, 19 de setembro de 2010
BALÕES
As pessoas são como balões,
várias cores, tamanho, cheios de ar (sonhos)
crescem aos pouco por vez,
presso a terra por uma linha chamada vida,
Essas quando cortadas sobem pro alto...
E se vão...
Deixando uma mão estendida.
E se vão...
Deixando uma mão estendida.
PRECISO TE DIZER
Quero te ver de bem
Quero ser se possível for esse bem.
Quero te ver sempre
Quero ser se possível for esse sempre nos seus olhos, em você.
Quero te ver feliz
Quero ser se possível for essa sua felicidade.
E se possível for, eu te quero.
VELHO EU
Velhas perguntas
Velhas histórias
Velhas lembranças
Velhos tempos.
No fim, e na verdade, tudo e todos permanecem novos, intactos, sou eu o único que está / ficando / ficou velho.
Velhas histórias
Velhas lembranças
Velhos tempos.
No fim, e na verdade, tudo e todos permanecem novos, intactos, sou eu o único que está / ficando / ficou velho.
INTRIGA
Criar, se sujeitar a sujeiras, grude água sabão.
Mas parece que as idéias e sujeiras estão sempre alí, uma do lado da outra, excluíndo sempre o fracasso, esse intrometido galanteador sem educação, contenta-se quando as coisas não vão bem / não dão certa, quase sempre se saí bem, mas aí chega a mãe de todas as virtudes, a Senhora persistência, às vezes demora, tempos e tempos, às vezes não, e se une com a seujeira e a criação e acaba por vencerem, derrotar, e juntas vão embora, fracasso e a derrota, essa que até agora não tinha sido vista no entre meio dessa estória.
Mas parece que as idéias e sujeiras estão sempre alí, uma do lado da outra, excluíndo sempre o fracasso, esse intrometido galanteador sem educação, contenta-se quando as coisas não vão bem / não dão certa, quase sempre se saí bem, mas aí chega a mãe de todas as virtudes, a Senhora persistência, às vezes demora, tempos e tempos, às vezes não, e se une com a seujeira e a criação e acaba por vencerem, derrotar, e juntas vão embora, fracasso e a derrota, essa que até agora não tinha sido vista no entre meio dessa estória.
PASSO À FRENTE
E antes que existisse o eu aborrecido incompreendido destuído, já havia nascido a escrita, já com suas complicações plurais verbais.
E antes de econtrar os problemas inventado por cada um aqui, a escrita jás virava noites procurando inventar palavras que se a sujeitassem a cada um de nós.
E antes da aprendizagem se meter dentre as cabeças, a escrita jás nascida caminhava desbravando o novo.
E antes do novo, a escrita jás em caduco, se tornava velha pronta pra nunca morrer.
E antes de econtrar os problemas inventado por cada um aqui, a escrita jás virava noites procurando inventar palavras que se a sujeitassem a cada um de nós.
E antes da aprendizagem se meter dentre as cabeças, a escrita jás nascida caminhava desbravando o novo.
E antes do novo, a escrita jás em caduco, se tornava velha pronta pra nunca morrer.
A NATURAL
É pena, um norte
É norte, uma pena
Valendo muito mais antes hoje do que o amanhã ontem,
Dorme, bem maior, cresce, nasce...E depois vira vôo!
É norte, uma pena
Valendo muito mais antes hoje do que o amanhã ontem,
Dorme, bem maior, cresce, nasce...E depois vira vôo!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
DAS RUAS
Eis-me aqui
Aberto corpo ferido alma vendida solução bandida, presso.
Resposta comprada por centavos, migalhas miseravéis corruptos dedos.
Deles? Não, meus!
Eis-me aqui
Mão estendida em ruas vielas, uma quadrilha, farol fechado carros parado.
Por um fio segurado, procurado do submundo, fedorento carniceiro lixo virado revirado.
Lixo? Sim, lixo!
Eis-me alí
Jás em outro lugar mas ainda o mesmo que agora a pouco estava alí atrás.
Estudo, atrassado inportuno vigarista da vida tomando o lugar de outro qualquer.
Eis-me lá
A-pren-di-za-do torturado aprendiz.
VISITA
Sejas bem vinda ó companheiras das triste tardes saturada e vergada de solidão impura.
Aqui irá encontrar as porta fechadas apenas para felicidade, não que ela seja uma visita indesejada, é apenas porque mau nos visita ou quando vêem é passageira, toma um copo de água e vai embora. Por tanto fechamos portas janelas olhos e coração e dormimos até mais cedo.
Mas pra você que é visita certa de todos dias, elas (as portas) estão e estarão sempre abertas.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
PERFUME
O teu perfume, tatuado em meu pensamento
me atormenta nas mais críticas noite de sono / deixando-me sem ele
e de tanto já até revolto-me por um dia ter te conhecido
por aclamado o meu amor por tí e de tí nunca ter tido
retribuição.
retribuição.
O que um dia foi o maior dos desejos e até absurdo
hoje é uma desgraça que vem a mim como tentação
não deixando o sono se apróximar e eu ter paz
rezo pra que esse mau se vá como você se foi
rezo que Deus tenha piedade da alma minha e me tire a vida
mas ele não me dar ouvidos.
Parece que até ele me abandonou.
Procure entender tudo que acontece
mas nada faz o menor sentido
tudo se perdeu e perde a cada dia o valor
vago vaguei feito zumbí
dou voltas e voltas ao redor da cama
levanto-me, deito-me
a noite reclama de mim por não me aquietar
ela é mais uma que não entende o meu vício
queria está lá nela (lua) longe...
e por talvez lá eu não sentisse teu cheiro
Esquecesse das coisas que me levam ao passado
e por talvez eu me esqueça.
Me perca...
e dalí me visto
haja visto um céu
viro uma estrela
haja visto um céu
viro uma estrela
em meio a uma constelação
e quem sabe assim será sua vez
de não conseguir dormir.
SACRÍFICIO DE VIDA
Por um amor não retornavél por uma faca em punho, uma vida foi tirada.
A notícia foi dada ao seu pai, um velho senhor que não tem auxilio da visão já algum tempo.
E aquilo explodiu dentro dele, como uma bomba, foi corroendo tudo aos poucos, até saír, transformando a face se tranformando em lágrimas e mais tarde um choro descontrolado, sem ter chance de despedida.
A notícia foi dada ao seu pai, um velho senhor que não tem auxilio da visão já algum tempo.
E aquilo explodiu dentro dele, como uma bomba, foi corroendo tudo aos poucos, até saír, transformando a face se tranformando em lágrimas e mais tarde um choro descontrolado, sem ter chance de despedida.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
POETA LARGADO
Poeta largado
Cigarro fumado na mão
Uma idéia é passado
Ama o cinza o escurro
Cabelo sempre cortado
Não bebe
Seu poema é pelejado
Embriagado de preguiça
Não ama, não é amado nunca foi trocado
É um poeta renegado por ser
É acreditado
Não é um poeta feito de carniça
Junta suas letras das sobra dos outros
Tem idéias, mas não asas.
Cigarro fumado na mão
Uma idéia é passado
Ama o cinza o escurro
Cabelo sempre cortado
Não bebe
Seu poema é pelejado
Embriagado de preguiça
Não ama, não é amado nunca foi trocado
É um poeta renegado por ser
É acreditado
Não é um poeta feito de carniça
Junta suas letras das sobra dos outros
Tem idéias, mas não asas.
MERA BOCA
A primeira boca
o primeiro beijo.
Boca, a primeira do beijo,
Beijo primeiro meu.
O engraçado que ao revê-la
Não sinto nem uma modificação acontecendo em mim. Parece que nunca aconteceu.
o primeiro beijo.
Boca, a primeira do beijo,
Beijo primeiro meu.
O engraçado que ao revê-la
Não sinto nem uma modificação acontecendo em mim. Parece que nunca aconteceu.
LIVRE REVOLTA
Por ser revolta passageira esperada com expectativa por mim, largo-a da coleira e a jogo para o mundo feito o cão sem anos conhecer a liberdade.
Corre percorre todos espaços espremido do tempo e espreme o espaço a berto, faz com que ele pareça e sinta-se pequeno demais para tanta solitude, tanta correria, explosão de alegria por rever o mundo que se trancava por chave e cadeado. Por rever o mundo novo, onde de novo só mesmo ela, a revolta.
E vê do que ela é capaz me faz perceber o porque a deixo por um bom tempo trancada. Tudo ao pés dela se torna pequeno.
Corre percorre todos espaços espremido do tempo e espreme o espaço a berto, faz com que ele pareça e sinta-se pequeno demais para tanta solitude, tanta correria, explosão de alegria por rever o mundo que se trancava por chave e cadeado. Por rever o mundo novo, onde de novo só mesmo ela, a revolta.
E vê do que ela é capaz me faz perceber o porque a deixo por um bom tempo trancada. Tudo ao pés dela se torna pequeno.
LUDÍCO PERDEDOR
Que venham...
E se vão.
Que venham...
E se vão.
E se vão.
O bem querer que não quero,
O mau me quer e querer eu quero.
Que venham...
E se vão.
O seu infinito soluço nome
A quem condeno sob todas as pragas.
Que venham...
E se vão.
Que venham...
E se vão.
Que venham...
E se vão.
E se vão.
Tudo de bom que um dia aconteceu e deixo em mim saudade no plural.
E se vão.
Tudo mesmo que ainda venha acontecer.
E se vão.
A razão
Que há tempos perdí.
ONDAS DE PENSAMENTO
Tristes alegrias. Ah! Não mais me contentam.
Perdí uma paixão e prefiro admirar as ondas, inssistindo em se quebrar nas rochas / tentando as rochas quebrar.
Algo impossível, tal como te esquecer.
Nem assim deixo de admirá-las, acabo-me envolvendo, se auto imaginando como é a vida de uma, será que igual a minha? Não, acho que não. Se bem que a vida delas parece nesse instante ser muito mais frenética do que a minha que por hora a este momento encontra-se parada, observando...Ondas, sem pespectivas, torcendo pra que as ondas nunca consigam quebrar as rochas se não terei que buscar outra coisa pra admirar e te tirar do pensamento.
BALÉ
Em baixo, Por baixo,
Em cima, Por cima.
Entre as folhas secas caídas ...Lá estou.
Ressecada como tantas outras que alí estão
Sem vida,
Esperando que o vento do sul venha
Pra começar o balé das folhas de outono.
Em cima, Por cima.
Entre as folhas secas caídas ...Lá estou.
Ressecada como tantas outras que alí estão
Sem vida,
Esperando que o vento do sul venha
Pra começar o balé das folhas de outono.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
ESPERAR É PRECISO
VINHO DERRAMADO
Dos rostos, Dois
Uma mesa
Gente, conversando, comendo, bebendo...
Dos rostos, Dois
Calados, serio como a mesa
Sentindo a tensão do momento
Aquele que pode ser o último.
Cabeça baixa, os ouvidos escutam o arrastar de uma cadeira logo em seguida os passos vão se distânciando em meio a todo aquele barulho eles vão ficando cada vez mais longe, e uma taça de vinho cai a taça se quebra e derrama sangue ao invés de vinho.
E desde então algum dos rostos nunca mais bebeu vinho afim de não ver na taça lembranças.
Uma mesa
Gente, conversando, comendo, bebendo...
Dos rostos, Dois
Calados, serio como a mesa
Sentindo a tensão do momento
Aquele que pode ser o último.
Cabeça baixa, os ouvidos escutam o arrastar de uma cadeira logo em seguida os passos vão se distânciando em meio a todo aquele barulho eles vão ficando cada vez mais longe, e uma taça de vinho cai a taça se quebra e derrama sangue ao invés de vinho.
E desde então algum dos rostos nunca mais bebeu vinho afim de não ver na taça lembranças.
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| Imagem da intenet |
CANÇÃO DA CHUVA
Do som de um Violino soam notas elevadas aos céus
Em planilhas pentagramas onduladas
Linhas cheias de curvas perfeitas
Correm pelo chão com sem pressa
Escorrem...
Ganham leve velocidade levitam
Leve, mente leve...a subindo
A subindo
A subindo
A subindo
Até tocar os ouvidos de Deus
Viram nuvens de paz, brancas nuvens.
Perfurada por um pássaro ou avião
Sangram gotas
Pingando uma a uma
Pingando duas em duas
Pingando, vira chuvarada.
Em planilhas pentagramas onduladas
Linhas cheias de curvas perfeitas
Correm pelo chão com sem pressa
Escorrem...
Ganham leve velocidade levitam
Leve, mente leve...a subindo
A subindo
A subindo
A subindo
Até tocar os ouvidos de Deus
Viram nuvens de paz, brancas nuvens.
Perfurada por um pássaro ou avião
Sangram gotas
Pingando uma a uma
Pingando duas em duas
Pingando, vira chuvarada.
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| Imagem da internet |
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
REZO
terça-feira, 7 de setembro de 2010
AO DOM DO VENTO
Vento amigo de todas horas
Lhe peço em versos sem rima nem proza
Leve com você pra você esses meus lamentos de outroras Que não me deixam dormir.
Vento amigo de hora em hora
Peço em versos sem rima
Carregue pra bem longe as lembranças
Onde nem o tempo alcançe
E as traga de volta.
Vento amigo de horas
Lhe imploro
Me leve pra bem distante
Onde não haja nem lembrança nem vento nem versos nem eu.
LAURA
A ela eu enviava as mais belas palavras e delicadas a fim que tocassem profundamente onde eu não podia chegar, equanto os outros me olhavam ela me via, e meu pensamento ludico declamava poemas inspirado em sua beleza rara de se sentir de se apronfudar uma vez que o mais longe que fomos em um diálogo foi um breve "oi" assustado surpreso, eu me via sempre surpreso toda vez que a via sem nunca esperar eu confesso. Dava medo de mim, dava medo dela, dava medo perde-la sem nunca ter ganha, dava medo de tudo, eu me via assombrado com aquele sentimento feito um vendaval dentro de mim, enbaraçando a vida só por conta de uma menina, um nome, Laura. Não importava mais nada de sua vida, de alguma forma eu sabia que era ela.
A ela eu me mostrava aberto mostrava o verdadeiro Eu e sabia que com ela tudo seria diferente, tudo seria tão perfeito.
A ela eu implorava suditamente o calor dos seus beijo sem dizer nenhuma palavra. E talvez nunca fosse preciso, talvez!
A ela eu me mostrava aberto mostrava o verdadeiro Eu e sabia que com ela tudo seria diferente, tudo seria tão perfeito.
A ela eu implorava suditamente o calor dos seus beijo sem dizer nenhuma palavra. E talvez nunca fosse preciso, talvez!
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| Imagem da internet |
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
DESTEMIDOS
Mil...
Incontavéis...
Se foram pra onde nem o nome alcançou
Se cansou com a distância e por alí ficou.
Assim...
Se foram...
Esperando chegar o mais longe que alguém chegou.
Incontavéis...
Se foram pra onde nem o nome alcançou
Se cansou com a distância e por alí ficou.
Assim...
Se foram...
Esperando chegar o mais longe que alguém chegou.
SENHOR
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
SUB ESCONDIDO
A poesia nada mais é do que um disfarce daquilo que queríamos ser e não temos coragem.
Aquilo que não foi falado, e tanta outras coisas.
Aquilo que não foi falado, e tanta outras coisas.
UM NOVO AMOR
Sem o seu amor aqui,
Acordei sozinho e vi que existia um mundo além dos muros fora do seu.
Sem o seu amor aqui,
Eu descobri uma nova forma de sorri e viver.
Sem o seu amor aqui,
Percebi outros rostos, alguns igual a mim, outros iguais a você e ganhei a chance de conquistar um novo amor.
Acordei sozinho e vi que existia um mundo além dos muros fora do seu.
Sem o seu amor aqui,
Eu descobri uma nova forma de sorri e viver.
Sem o seu amor aqui,
Percebi outros rostos, alguns igual a mim, outros iguais a você e ganhei a chance de conquistar um novo amor.
BEIJA CLARA, BEIJA
Pele aveludada
Rosto de criança
De leve vou me aproximando
Sem muita pressa, sem querer chegar
Sem querer que aconteça pra não perder
Querendo que aquele momento fique naquilo, no antes.
Para sempre.
Sem querer que aconteça pra não perder
Querendo que aquele momento fique naquilo, no antes.
Para sempre.
Os olhos fecham para eternizar o doce encontro
Queimo ardente como o sol
E ela fria como a lua deixa meia janela de riso aberto.
Mais um encanto.
Beijo, no rosto ao sul,
Beijo a parte do leste.
Beijo o rosto de Clara.

















