terça-feira, 7 de setembro de 2010

LAURA

A ela eu enviava as mais belas palavras e delicadas a fim que tocassem profundamente onde eu não podia chegar, equanto os outros me olhavam ela me via, e meu pensamento ludico declamava poemas inspirado em sua beleza rara de se sentir  de se apronfudar uma vez que o mais longe que fomos em um diálogo foi um breve "oi" assustado surpreso, eu me via sempre surpreso toda vez que a via sem nunca esperar eu confesso. Dava medo de mim, dava medo dela, dava medo perde-la sem nunca ter ganha, dava medo de tudo, eu me via assombrado com aquele sentimento feito um vendaval dentro de mim, enbaraçando a vida só por conta de uma menina, um nome, Laura. Não importava mais nada de sua vida, de alguma forma eu sabia que era ela.


A ela eu me mostrava aberto mostrava o verdadeiro Eu e sabia que com ela tudo seria diferente, tudo seria tão perfeito.
A ela eu implorava suditamente o calor dos seus beijo sem dizer nenhuma palavra. E talvez nunca fosse preciso, talvez!




Imagem da internet

Nenhum comentário: