Eis-me aqui
Aberto corpo ferido alma vendida solução bandida, presso.
Resposta comprada por centavos, migalhas miseravéis corruptos dedos.
Deles? Não, meus!
Eis-me aqui
Mão estendida em ruas vielas, uma quadrilha, farol fechado carros parado.
Por um fio segurado, procurado do submundo, fedorento carniceiro lixo virado revirado.
Lixo? Sim, lixo!
Eis-me alí
Jás em outro lugar mas ainda o mesmo que agora a pouco estava alí atrás.
Estudo, atrassado inportuno vigarista da vida tomando o lugar de outro qualquer.
Eis-me lá
A-pren-di-za-do torturado aprendiz.
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