Por ser revolta passageira esperada com expectativa por mim, largo-a da coleira e a jogo para o mundo feito o cão sem anos conhecer a liberdade.
Corre percorre todos espaços espremido do tempo e espreme o espaço a berto, faz com que ele pareça e sinta-se pequeno demais para tanta solitude, tanta correria, explosão de alegria por rever o mundo que se trancava por chave e cadeado. Por rever o mundo novo, onde de novo só mesmo ela, a revolta.
E vê do que ela é capaz me faz perceber o porque a deixo por um bom tempo trancada. Tudo ao pés dela se torna pequeno.
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